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Quanto custa colocar um DIU? Veja o que você precisa saber sobre o método contraceptivo

·4 min de leitura

O DIU (dispositivo intrauterino) é comprovadamente um dos métodos contraceptivos mais eficazes, com 99% de chance de evitar o contato do espermatozóide com os óvulos, realizando assim a contracepção. No entanto, ainda há muitos mitos e dúvidas sobre.

A primeira dúvida que vale ser esclarecida é: quem pode utilizar o DIU? O método é indicado a mulheres, pessoas não binárias ou homens transexuais em período fértil e que não se adaptaram ou possuem contraindicações ao uso de pílulas anticoncepcionais e buscam uma solução temporária (o DIU pode permanecer no útero entre 5 e 10 anos) e reversível que pode ser utilizada para evitar a gravidez.

Depois de tomada a decisão pelo DIU, outras dúvidas podem surgir. Como por exemplo: qual modelo escolher, quanto custa, quais os tipos disponíveis na rede pública e privada, entre outras questões.

O Yahoo destacou as principais dúvidas para respondê-las, confira a seguir:

O DIU pode ser feito de diversos materiais, como prata e cobre, ou conter hormônios femininos, como o Mirena, também conhecido como hormonal.

  • DIU de Cobre

Esse modelo de DIU apresenta poucos efeitos colaterais e garante a contracepção por até 10 anos. Ele é posicionado dentro do útero e libera pequenas quantidades de cobre no útero, provocando alterações no endométrio, além de interferir no tempo de sobrevivência do espermatozóide. Por não conter hormônios como a progesterona, o DIU de cobre não apresenta restrições à mulheres com câncer de mama, por exemplo.

Importante ressaltar que ele pode ser preterido por outro tipo de DIU no caso de mulheres com sangramento mensal muito intenso ou que sentem muita cólica, uma vez que o DIU de cobre pode provocar aumento temporário do volume do sangramento menstrual.

  • Diu de Prata

O DIU de prata possui mecanismo semelhante ao DIU de cobre, realizando a contracepção através de um processo inflamatório dentro do útero, tornando o ambiente hostil aos espermatozóides o que evita que a gravidez ocorra. No entanto, ao contrário do DIU de cobre, o DIU de prata reduz as chances de intensificação do fluxo menstrual e do aumento da cólica nos primeiros meses. A eficácia desse tipo de DIU dura até 5 anos.

  • Diu hormonal

Conhecido também como DIU Mirena ou Sistema Intrauterino (SIU), além de ser indicado para prevenir gravidez, esse tipo de DIU também pode ser utilizado para tratamento de perda de sangue abundante durante o período menstrual e para casos de endometriose.

O dispositivo é inserido no útero e libera gradualmente o hormônio levonorgestrel, responsável por alterar o muco cervical e afinar o endométrio, transformando o útero em um ambiente não propício à fecundação.

O DIU hormonal pode apresentar mais efeitos colaterais do que os DIUs de prata e cobre, mas também apresenta vantagens como redução do fluxo menstrual, alívio de cólicas e diminuição do risco de câncer do endométrio.

Quanto custa cada modelo e o procedimento para inserir o DIU?

O custo para o procedimento de inserção do DIU gira em torno de R$ 500 a R$ 2.500, variando de acordo com o tipo do contraceptivo, o profissional de saúde, consultório, se é pelo plano de saúde ou particular. De acordo com a Resolução normativa nº 465/2021 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), tanto o procedimento de inserção quanto a aquisição dos DIUs hormonais e de cobre devem ser custeadas pelo plano de saúde. No caso de consulta particular, em alguns casos é possível conseguir reembolso.

Quanto ao valor especificamente do dispositivo intrauterino, o custo varia de acordo com o modelo e o material escolhido. Os DIUs de cobre custam entre R$ 150 e R$ 200, os de prata ficam em torno de R$ 300 e R$ 380 e os hormonais custam em média R$ 800 e R$ 900.

DIU no SUS

Outra maneira de acessar o DIU é de forma gratuita através do SUS (Sistema Único de Saúde). Os disponíveis no SUS são os modelos de cobre e o hormonal, presentes nas Unidades Básicas de Saúde e hospitais públicos com atendimento ginecológico. O procedimento segue alguns passos, como a participação em um grupo de planejamento familiar. 

Não é obrigatório, mas os médicos da saúde pública recomendam a participação em um grupo de planejamento para se obter o conhecimento de todos os métodos anticoncepcionais disponíveis e assim entender se o DIU é a melhor opção. Estes grupos são compostos por médicos, psicólogos, assistentes sociais e enfermeiras.

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