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Qualcomm e Infinite lançam plataforma para cidades inteligentes e IoT

·3 min de leitura

A Qualcomm e a empresa de plataformas para transformação digital Infinite Computer Solutions anunciaram nesta terça-feira (23) uma parceria para acelerar a adoção de soluções de cidades inteligentes e Internet das Coisas como Serviço (IoTaaS, na sigla em inglês) para implantação plug and play. A colaboração prevê soluções gerenciadas de ponta a ponta para espaços conectados no governo, saúde, construção, entretenimento, transporte, fabricação, varejo e logística.

A oferta IoTaaS reúne empresas do Programa Qualcomm Smart Cities Accelerator, lançado em 2019 com o objetivo de conectar cidades, municípios, agências governamentais e empresas a um ecossistema de fornecedores para ajudar a proporcionar maior eficiência, economia de custos, segurança e sustentabilidade. A fabricante de semicondutores combina sua experiência de usuário e inteligência artificial (IA) com o software Zyter SmartSpaces, da Infinite, para agilizar o processo e a implantação e promete custo reduzido na manutenção dos sistemas.

<em>Software utilizado para gerenciamento de Internet das Coisas como Serviço (Divulgação/Zyter)</em>
Software utilizado para gerenciamento de Internet das Coisas como Serviço (Divulgação/Zyter)

A plataforma de transformação digital para smart cities oferece controle de sensores com recursos avançados, sistemas de gerenciamento de dados, segurança baseada em hardware, aplicativos de IA e aprendizado de máquina e conectividade rápida.

Qualcomm e BNDES selecionam gestor de fundo para IoT

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Qualcomm selecionaram a Indicator Capital como gestora de fundo de investimento em participações focado em startups de produtos e serviços para Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês). A expectativa é o grupo levante R$ 160 milhões para investir no Brasil — o BNDES e a Qualcomm já se comprometeram a aportar até R$ 40 milhões cada.

O fundo de IoT terá dez anos de duração e espera-se injetar verba em, pelo menos, 14 empresas. Sua política de investimentos irá contemplar companhias que desenvolvam aplicações de hardware, software e análise de dados voltadas prioritariamente para aplicações em áreas estratégicas, tais como manufatura avançada, cidades inteligentes, saúde, e smart agro.

<em>Expectativa é de que o fundo de investimento ofereça R$ 160 milhões para startups do setor (Reprodução/Pixabay)</em>
Expectativa é de que o fundo de investimento ofereça R$ 160 milhões para startups do setor (Reprodução/Pixabay)

Segundo a parceria, esse programa estará alinhado ao Plano Nacional de Internet das Coisas, política pública lançada em junho de 2019 para desenvolver o ecossistema de IoT no Brasil, e à nova regulamentação da Lei de Informática, que permite o investimento por fabricantes de eletrônicos, de recursos incentivados em fundos de capital de risco.

Vale destacar que o estudo “Internet das Coisas: Um plano de ação para o Brasil”, realizado em 2018 por um consórcio liderado pela consultora McKinsey, e patrocinado pelo BNDES e pelo MCTI, indicou como prioritários quatro ambientes para o desenvolvimento de IoT no país: cidades inteligentes, saúde, rural e indústria 4.0; o que serviu de base para a definição do foco do atual fundo de IoT. A estimativa é de que o setor movimente cerca de US$ 200 bilhões na economia nacional até 2025.

Fonte: Canaltech

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