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Qual postura adotar? Perdido, Botafogo não apresenta respostas em campo

Sergio Santana
·2 minuto de leitura


Cada jogo uma história e uma equipe diferente. É difícil criar um padrão tático e técnico para o Botafogo, que passa longe de desenvolver um estilo próprio de jogo. Na derrota para o Atlético-MG, nesta quarta-feira, não foi diferente: Emiliano Díaz, auxiliar-técnico de Ramón, começou com uma estratégia que não havia testado em nenhum dos dois primeiros jogos à frente do Alvinegro. Deu errado, mas ficou tarde para tentar mexer.

Com três volantes e sem Keisuke Honda, a intenção do argentino era colocar energia e bater de frente com a intensidade do Atlético-MG, que cria jogadas a partir do controle da posse da bola. O que se viu em campo, contudo, foi um Botafogo correndo atrás do Galo no primeiro tempo.

CONFIRA A TABELA DO BRASILEIRÃO

A atuação do Alvinegro nos primeiros 45 minutos diante do Galo foi para esquecer. Sem, literalmente, nenhum ponto positivo, a postura de aumentar o número de jogadores no meio-campo para potencializar os contra-ataques não deu certo. Pedro Raul, isolado, pouco tocou na bola. Warley e Marcinho, nas pontas, apareciam apenas ajudando na marcação.

Vale lembrar que Emiliano Díaz colocou um estilo de jogo baseado na pressão no campo de ataque nas duas primeiras partidas à frente do Botafogo, algo que pouco aconteceu contra o líder do Brasileirão.

No segundo tempo, o Botafogo apareceu para o jogo quando o placar já marcava 2 a 0. Em um lance de bola parada, Marcelo Benevenuto diminuiu. O empate, até pelo tempo restante de partida, era totalmente alcançável, mas, na prática, parecia distante: a bola na rede pareceu um acaso. Por mais que o Alvinegro tivesse melhorado e aparecesse mais no campo de ataque, o Galo foi pouco ameaçado.

Perdido, o Botafogo não tem um estilo de jogo. Parece não ter uma direção sobre o que fazer dentro de campo. O tempo para desenvolver uma estratégia está passando e a situação da equipe é cada vez mais preocupante.