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Quadro de Monet roubado pelos nazistas vai a leilão por R$ 117 milhões

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Casa de leilões Christie's
Leilão acontece no dia 12 de maio, na Christie's

(Getty Images)

  • Quadro de Monet vai a leilão e pode alcançar R$ 117 milhões;

  • Obra ficou escondida por 70 anos após ser roubada do proprietário pelo regime nazista;

  • Pintura se chama ‘La Mare, Effet De Neige’ e retrata uma paisagem em tons de azul e branco.

Depois de passar 70 longos anos escondido em uma coleção particular, um quadro ‘esquecido’ do renomado pintor impressionista, Claude Monet, pode ser vendido por algo entre US$ 18 milhões e US$ 25 milhões (R$ 84 mi e R$ 117 mi, respectivamente).

A obra ‘La Mare, Effet De Neige’ (em tradução livre para o português, ‘O Lago, Efeito Neve’), retrata uma paisagem coberta de neve em tons de azul e branco, sendo um exemplo da experimentação de Monet no movimento artístico que o consagrou na história.

Para Anika Guntrum, diretora internacional de arte do século 20 e 21 da Christie's – casa de leilões responsável pela venda - a pintura é “inegavelmente uma das obras-primas do movimento impressionista. A espontaneidade e a liberdade de execução vista na representação da luz e da atmosfera é uma verdadeira proeza”.

Ela ainda acrescenta que “o manto de neve branca, derretendo-se à beira do lago, é um pretexto genial para o artista revelar, com toques de azul prateado e tons de rosa, uma pitada da primavera que está por vir”.

História complicada

O quadro foi apresentado, pela primeira vez, na Quarta Exposição Impressionista em 1879 e vai a leilão no dia 12 de maio, na 20th Century Evening Sale da Christie’s. Na década de 1930, o proprietário original, Richard Semmel, teve a obra retirada de suas mãos pelo regime nazista na Alemanha, devido a sua herança judaica.

Para colocá-la a venda, a Christie’s fez um acordo entre os atuais proprietários e os herdeiros de Semmel. De acordo com a empresa, seu Departamento de Restituição “descobriu novas informações importantes” sobre a proveniência da obra e, por meio de “pesquisa diligente e diálogo aberto” foi capaz de reconhecer a “história complicada” dela e aderir aos princípios do 1998 Conferência de Washington sobre Ativos da Era do Holocausto.

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