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QR Code agora é usado de maneiras inovadoras em vendas; confira

·3 min de leitura

Quem vê todo mundo usando QR Code para tudo hoje em dia nem deve suspeitar que o recurso é mais antigo do que parece: surgiu em 1994 para rastrear fabricação de carros, e anos depois o mercado de tecnologia o adotou para mostrar conteúdo multimídia nos celulares. Mas não deu muito certo e o conceito passou por uns anos de ostracismo, até a pandemia de covid acontecer. Houve uma repentina popularização dos meios de pagamentos sem contato, e com isso o QR Code voltou a ser hype.

Segundo um levantamento da consultoria britânica Juniper Research, o número de pessoas que regularmente paga contas e compras usando QR Codes deve crescer dos atuais 1,5 bilhão para mais de 2,2 bilhões até 2025, e a alta será liderada por países emergentes como o Brasil.

O QR Code (código de resposta rápida, em português) é uma evolução do código de barras, pois tem uma capacidade maior de armazenamento de dados e pode ser usado em diversos contextos, principalmente quando é escaneado pelas câmeras de celulares conectados à internet. Por exemplo, um QR Code em um anúncio pode levar direto para o site de compras do produto.

Seu uso em pagamentos móveis aumentou de 35% para 48% em apenas seis meses de 2020, segundo pesquisa do Panorama Mobile Time/Opinion Box. O lançamento do Pix também colaborou com isso, já que um dos recursos da ferramenta é o uso desses códigos para garantir a segurança das transações. Normalmente funciona assim: o consumidor abre o aplicativo do banco que deseja usar para fazer o pagamento e seleciona a opção via QR Code. Depois aponta a câmera ao código apresentado pela loja em que ocorre a compra.

Para o público, as vantagens são agilidade (por não exigir dados e senhas), e segura em termos sanitários, pois evita o contato físico com máquinas e cartões tocados por diversas pessoas. Aos comerciantes, ele elimina taxas cobradas por intermediários (no caso do Pix por exemplo), pois a operação é realizada de forma automática e instantânea.

João Gustavo Pompeo, fundador e CEO da Eyemobile, empresa que desenvolve tecnologias para vendas físicas e digitais, dá algumas dicas de usos aequados do QR Code no varejo. Veja abaixo.

Imagem: Reprodução/Proxyclick Visitor Management System/Unsplash
Imagem: Reprodução/Proxyclick Visitor Management System/Unsplash

Acesso a conteúdo diferenciado

Como falamos acima, um QR Code pode direcionar o cliente para informações adicionais sobre determinados produtos, o que aumenta o engajamento e a experiência de compra. Dá para trazer mais detalhes sobre o produto em algum site, oferecer conteúdo audiovisual, até direcionar para a venda online, validar ofertas ou gerar cupons promocionais.

Cardápio digital

Este foi um uso que pipocou na pandemia de covid: em vez do cardápio em papel, que necessita de toque físico e, portanto, mais exposição sanitária, muitos estabelecimentos alimentícios — bares, restaurantes, lanchonetes etc. — adotaram cardápios digitais, que são acessados via QR Code que esteja na mesa. E dá para ir além, dependendo da plataforma usada: o cliente pode fechar o pedido e até realizar o pagamento sozinho, sem precisar passar por atendentes ou pelo caixa para pagar a conta.

Honest market

Embora ainda esteja com pouca adesão no Brasil por enquanto, o honest market é um modelo interessante, no qual o consumidor consegue comprar em lojas autônomas, sem atendentes humanos. As embalagens dos produtos são adesivadas com QR Codes, os clientes escolhem mercadoria e escaneiam o código para fazer o pagamento. Atualmente funciona em minimercados e lojas de conveniência dentro de centros empresariais ou condomínios residenciais.

Loja de parede

Já este conceito traz uma espécie de vitrine que apresenta foto e descrição dos produtos. O cliente mira a câmera do celular para o QR Code do item desejado, que por sua vez direciona ao e-commerce da marca já com o produto no carrinho de compras. No Brasil, o Boticário experimenta isso no metrô de São Paulo desde setembro.

Fonte: Canaltech

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