Mercado fechará em 4 h 29 min
  • BOVESPA

    113.376,51
    +93,84 (+0,08%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.524,22
    +418,51 (+0,82%)
     
  • PETROLEO CRU

    75,43
    +1,45 (+1,96%)
     
  • OURO

    1.751,60
    -0,10 (-0,01%)
     
  • BTC-USD

    43.198,27
    -147,27 (-0,34%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.075,17
    -26,34 (-2,39%)
     
  • S&P500

    4.446,92
    -8,56 (-0,19%)
     
  • DOW JONES

    34.945,68
    +147,68 (+0,42%)
     
  • FTSE

    7.071,00
    +19,52 (+0,28%)
     
  • HANG SENG

    24.208,78
    +16,62 (+0,07%)
     
  • NIKKEI

    30.240,06
    -8,75 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    15.196,00
    -122,75 (-0,80%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2730
    +0,0174 (+0,28%)
     

Psicopatas e sádicos tendem a acreditar em teorias da conspiração, diz estudo

·1 minuto de leitura

Pessoas maquiavélicas, narcisistas, psicopatas ou sádicas são mais propensas a acreditar em teorias da conspiração. Pelo menos, é isso o que aponta um estudo da Universidade de Oregon (EUA).

O pesquisador responsável pelo estudo — Cameron Kay, do departamento de psicologia — aglomerou essas pessoas em um único grupo, chamado Dark Tetrad (Algo como "quarteto sombrio", em tradução livre). Os traços de integrantes desse grupo envolvem manipulação, cinismo, vaidade, auto-obsessão, impulsividade, insensibilidade, crueldade e até abuso.

“Em termos simples, parece que pessoas desagradáveis, que pontuam alto nessas características, são mais propensas a acreditar em teorias da conspiração. Elas são propensas a crenças estranhas, não sentem que estão no controle de suas vidas. Têm uma desconfiança inata de outras pessoas e organizações, como o governo", escreve o pesquisador.

(Imagem: Quasi Misha/Unsplash)
(Imagem: Quasi Misha/Unsplash)

Para conduzir seu estudo, Kay recrutou 500 universitários para responder uma pesquisa sobre as características em questão e sobre a crença em teorias de conspiração. A pesquisa também mediu tendências de ter crenças incomuns, de sentir falta de controle sobre o próprio futuro, de desejar controle, de confiar nos outros e de sentir necessidade de ser único.

Ao analisar os resultados, Kay conseguiu relacionar esses grupos às crenças conspiracionistas. “A maioria das pessoas pensa que os teóricos da conspiração são malucos. Senti que havia mais coisas acontecendo. Algumas pessoas queriam se conectar socialmente com outras Um pequeno subconjunto queria tirar vantagem dos outros. Eu queria ver o que está por trás dessas crenças e teorias", explica.

O objetivo de longo prazo é encontrar maneiras de diminuir a ideação conspiracionista entre as pessoas com esses traços de personalidade, segundo o próprio autor. O estudo completo pode ser acessado aqui.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos