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Província chinesa de Yunnan pede que produtores de alumínio cortem consumo de energia

FOTO DO ARQUIVO: Blocos de alumínio

Por Siyi Liu e Dominique Patton

PEQUIM (Reuters) - A província de Yunnan, no sudoeste da China, ordenou que os produtores de alumínio eletrolítico reduzissem seu uso de energia elétrica nesta semana, disseram as empresas à Reuters na terça-feira.

A decisão de Yunnan é outro sinal de que os preços crescentes da energia estão tendo forte impacto na produção de alumínio em todo o mundo, embora os preços domésticos tenham tido efeito limitado por enquanto.

Os produtores foram obrigados a cortar o uso de energia em cerca de 10% do seu consumo normal de 13 a 14 de setembro, disseram fontes das duas empresas, que não quiseram ser identificadas porque não foram autorizados a discutir o pedido publicamente.

As empresas já haviam cortado o consumo de energia em 5% do uso normal de 10 a 12 de setembro, seguindo uma ordem emitida pelo Dali Power Supply Bureau, parte da Yunnan Power Grid.

O corte de energia na província do sudoeste da China ocorreu depois que as chuvas escassas na região este ano reduziram o fornecimento de energia hidrelétrica, que normalmente responde por 75% de sua eletricidade.

A Yunnan Power Grid se recusou a comentar quando contatada pela Reuters. O Dali Power Supply Bureau não pôde ser contatado imediatamente.

"Isso afeta cerca de 10% de nossa capacidade", disse uma fonte de uma grande fundição (smelter), com capacidade anual de 900.000 toneladas de alumínio eletrolítico.

Yunnan, com capacidade operacional anual de 5,25 milhões de toneladas de alumínio eletrolítico, responde por cerca de 10% da capacidade da China.

O Shanghai Metals Market prevê que a produção de alumínio da China em setembro cairá 3,4% no comparativo mensal, para 3,37 milhões de toneladas, após o racionamento de energia de Yunnan.

Permanece incerto se as restrições de energia seriam estendidas. A geração de energia hidrelétrica é tipicamente fraca a partir de novembro, após o término da estação chuvosa.

(Por Siyi Liu e Dominique Patton)