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Protocolos do Banco Central permitirão que Pix seja copiado por outros países

Banco Central pretende liberar protocolos do Pix. Desta forma, outros países poderiam copiar gratuitamente a ideia (Getty Creative)
Banco Central pretende liberar protocolos do Pix. Desta forma, outros países poderiam copiar gratuitamente a ideia (Getty Creative)
  • Presidente do Banco Central afirmou que a autarquia pretende liberar protocolos do Pix;

  • Com a liberação, outros países poderiam copiar gratuitamente a ideia;

  • Em outubro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a Colômbia estaria interessada em implementar o Pix.

Em anúncio durante evento organizado pela CFA Society Brazil, em São Paulo, nesta sexta-feira, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que a autarquia pretende liberar protocolos do Pix. Desta forma, outros países poderiam copiar gratuitamente a ideia. As informações são do Estadão Conteúdo.

"Agora, em novembro, a gente vai abrir tudo que a gente fez no Pix, em termos de protocolo, para todos os bancos centrais que quiserem copiar, de graça", afirmou.

Em outubro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a Colômbia estaria interessada em implementar o Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central (BC).

"Eles querem a nossa ajuda em transferências digitais, nos avanços com o Pix. Tem toda uma tecnologia nova de transferência usando meios digitais", afirmou Guedes após deixar a reunião com a Colômbia. Nosso vizinho sul-americano também estaria interessado na estrutura de open banking, que permitiu a abertura do sistema financeiro brasileiro.

No passado, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, já havia declarado o interesse do país vizinho em adotar o sistema de pagamentos. O Canadá, outro gigante americano, também estaria interessado no sistema, que segundo Campos Neto foi criado sem muitos custos. "O Pix é muito barato, custou R$ 5 milhões para o Banco Central", disse.

O Pix já ocupa o segundo lugar isolado no ranking dos meios de pagamento adotados pelo e-commerce brasileiro. As informações são do portal E-Commerce Brasil.

A edição de outubro do Estudo de Pagamentos GMattos comprovou que o Pix avançou para 81,4% de aceitação, deixando para trás o boleto com 75,8%. Enquanto em janeiro de 2021 a aceitação do Pix por parte dos comércios virtuais do Brasil era de 16,9%, em julho esse índice alcançou 76,3%.