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Proprietária da Louis Dreyfus renegocia US$450 mi em dívida com vencimento em 2020

·2 minuto de leitura

PARIS (Reuters) - A principal acionista da trading de commodities Louis Dreyfus Company (LDC), Margarita Louis-Dreyfus, renegociou prazos para o pagamento de um empréstimo de cerca de 450 milhões de dólares ao Credit Suisse, que deveria ter ocorrido ao final de 2020, indicou comunicado da empresa.

Margarita, que controla a companhia de 170 anos de história por meio do fundo Akira, emprestou 1 bilhão de dólares do Credit Suisse no início de 2019, com o objetivo de comprar fatias minoritárias de familiares na LDC.

O fardo representado pela dívida levou a executiva a buscar novos investidores para a empresa, em movimento que culminou com um acordo anunciado em novembro para a venda de uma fatia de 45% da LDC para o fundo de investimentos ADQ, de Abu Dhabi.

Posteriormente, Margarita disse à revista suíça Bilanz que usaria parte do valor obtido com o negócio para quitar sua dívida com o Credit Suisse.

Em 21 de dezembro, uma parcela de 300 milhões de dólares da dívida, que venceria em 2020, teve prazo de vencimento alterado para 30 de novembro de 2021, segundo o comunicado.

Em 10 de novembro, um dia antes do anúncio do acordo com o ADQ, uma linha de 145,6 milhões de dólares com vencimento em 2020 também foi prorrogada --agora, 45,6 milhões de dólares terão de ser pagos até 30 de novembro de 2021, e os 100 milhões de dólares restantes até 10 de novembro de 2025.

Com a renegociação, o Akira terá de pagar ao Credit Suisse cerca de 350 milhões de dólares até o final de novembro deste ano, além de parcelas de uma linha de 200 milhões de dólares que venceriam de 2021 a 2024, mostrou o documento.

Em maio de 2020, o Akira pagou 200 milhões de dólares ao Credit Suisse, acrescentou o comunicado.

(Reportagem de Gus Trompiz)