Mercado fechará em 6 h 21 min
  • BOVESPA

    100.552,44
    +12,61 (+0,01%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    38.669,25
    +467,44 (+1,22%)
     
  • PETROLEO CRU

    40,11
    +0,08 (+0,20%)
     
  • OURO

    1.907,60
    -21,90 (-1,14%)
     
  • BTC-USD

    12.838,21
    +1.781,20 (+16,11%)
     
  • CMC Crypto 200

    258,94
    +14,05 (+5,74%)
     
  • S&P500

    3.435,56
    -7,56 (-0,22%)
     
  • DOW JONES

    28.210,82
    -97,97 (-0,35%)
     
  • FTSE

    5.780,60
    +4,10 (+0,07%)
     
  • HANG SENG

    24.786,13
    +31,71 (+0,13%)
     
  • NIKKEI

    23.474,27
    -165,19 (-0,70%)
     
  • NASDAQ

    11.670,25
    -21,00 (-0,18%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6266
    -0,0234 (-0,35%)
     

Proposta de Trump para economia é "um passo adiante, dois passos para trás", diz Pelosi

Por Jan Wolfe
·1 minuto de leitura

Por Jan Wolfe

WASHINGTON (Reuters) - A presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, afirmou neste sábado que a nova proposta de estímulo econômico elaborada pelo governo de Donald Trump, no valor de 1,8 trilhão de dólares, é "um passo adiante, dois passos para trás" e que vai precisar de mudanças para contar com apoio dos democratas no Congresso.

Em mensagem semanal a colegas democratas, Pelosi disse que a proposta de Trump carece de "um plano estratégico para esmagar o vírus" e dá ao presidente liberdade demais para decidir como os recursos serão alocados.

"Neste estágio, ainda não concordamos com muitas prioridades, e os democratas estão esperando uma comunicação do governo sobre várias provisões, conforme as negociações sobre o plano continuam", disse Pelosi na mensagem.

O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, mencionou a proposta de 1,8 trilhão de dólares em uma conversa por telefone de 30 minutos, segundo a Casa Branca.

A nova proposta do governo Trump é maior que a oferta de 1,6 trilhão feita anteriormente por Mnuchin e está mais próxima dos 2,2 trilhões que a Câmara dos Deputados, controlada por democratas, aprovou na semana passada.