Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.061,99
    -871,79 (-0,72%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.617,03
    +88,06 (+0,18%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,98
    -0,69 (-1,10%)
     
  • OURO

    1.792,20
    +13,80 (+0,78%)
     
  • BTC-USD

    56.106,57
    +14,43 (+0,03%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.291,52
    +28,56 (+2,26%)
     
  • S&P500

    4.154,07
    +19,13 (+0,46%)
     
  • DOW JONES

    33.968,49
    +147,19 (+0,44%)
     
  • FTSE

    6.907,77
    +47,90 (+0,70%)
     
  • HANG SENG

    28.621,92
    -513,81 (-1,76%)
     
  • NIKKEI

    28.508,55
    -591,83 (-2,03%)
     
  • NASDAQ

    13.835,75
    +41,50 (+0,30%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7007
    -0,0018 (-0,03%)
     

Projeto social já distribuiu mais de R$ 1,9 mi em criptomoedas no país

Redação Finanças
·2 minuto de leitura
Woman use gadget mobile smartphone earn money online with dollar icon pop up. Business fintech technology on smartphone concept.
O Celo Dollar (cUSD) - criptomoeda que tem valor equivalente ao dólar - é usado para fazer as transações
  • A plataforma de financiamento coletivo impactMarket já distribuiu cerca de R$ 350 no país

  • Quem recebeu o valor foram famílias em situação vulnerável

  • A transação é feita com criptomoeda

Em meio à pandemia, a plataforma de financiamento coletivo em blockchain impactMarket já foi responsável por distribuir cerca de US$ 350 mil (R$ 1,93 milhão na cotação atual) para pessoas em situação vulnerável desde setembro de 2020 em 19 estados. E tudo isso foi pago em forma de criptomoeda. As informações são da Exame.

Leia também:

A plataforma é focada na erradicação da pobreza e distribuição de renda para quem precisa. Para participar, projetos sociais se cadastram e ficam disponíveis para doação em todo o mundo. O Celo Dollar (cUSD) - criptomoeda que tem valor equivalente ao dólar - é usado para fazer as transações.

Segundo a Bitfy, os beneficiados ganham entre US$ 1 e US$ m média no Brasil. Um exemplo citado é de uma comunidade na Bahia, com mil famílias e cerca de R$ 250 pagos mensalmente.

Como funciona

O dinheiro pode ser mandado a quem precisa por meio da parceira Bitfy ou outra carteira com suporte à cUSD e que dê acesso acesso a transferências tradicionais, como pagamento de boletos, contas e até mesmo recarregar o celular. Como a Bitfy, por exemplo, tem parceria com Rappi e iFood, dá para pedir comida em casa com as criptomoedas.

"Fizemos as pessoas entrarem dentro da economia real, com o objetivo de tirar as pessoas da vulnerabilidade e desenvolver o local em que elas moram", afirma Lucas Schoch, o CEO da carteira digital de criptomoeda Bitfy à CNN. "Queremos que todos aproveitem a tecnologia das criptomoedas, e não só como uma forma de investimento.”