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Projeto que prevê suspensão de pagamento de consignado está há dois meses parado na Câmara dos Deputados

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Os senadores cobram agilidade do presidente da Câmara, Rodrigo Maia
Os senadores cobram agilidade do presidente da Câmara, Rodrigo Maia

Um grupo de senadores voltou a cobrar do presidente Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, agilidade na tramitação do projeto que suspende o pagamento do crédito consignado durante a pandemia. A proposta, aprovada em 18 de junho pelo Plenário do Senado, beneficia servidores públicos e pensionistas, além aposentados e trabalhadores da iniciativa privada. O texto está há dois meses parado.

O PL 1.328/2020 adia para o final do contrato a quitação dessas parcelas extras com vencimento subsequente, sem a cobrança de juros e a inscrição do nome do cliente em cadastros de inadimplentes.

Os senadores argumentam que no caso de servidores públicos alguns bancos já oferecem condições diferenciadas para novos contratos para aquisição de crédito consignado, mas não aplicam as regras aos clientes com contratos de empréstimos anteriores à pandemia.

Com o projeto parado na Mesa Diretora da Câmara, foram apresentados sete requerimentos para acelerar a apreciação do texto. Dois pedidos de urgência para votação imediata da proposta, outros dois para inclusão da pauta na ordem do dia, e três de tramitação conjunta.