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Projeto de realidade aumentada da Microsoft mostra Olimpíada na Antiguidade

·3 min de leitura
Dançarinas durante Cerimônia de Acendimento da Tocha Olímpica dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022, em Olímpia, na Grécia. (Photo by Milos Bicanski/Getty Images)
Dançarinas durante Cerimônia de Acendimento da Tocha Olímpica dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022, em Olímpia, na Grécia. (Photo by Milos Bicanski/Getty Images)
  • Parceria entre a Microsoft e o Ministério da Cultura e Esporte da Grécia mostra Olímpia;

  • Visitantes da cidade arqueológica tem a experiência de "visitá-la" nos Jogos Olímpicos da Antiguidade;

  • Parceria é vista como mais uma novidade do chamado "metaverso";

Como seria passear pelo antigo santuário religioso de Olímpia durante a realização dos Jogos Olímpicos da Antiguidade? A resposta pode ser vista em uma parceria entre a Microsoft e o Ministério da Cultura e Esporte da Grécia, que está oferecendo aos visitantes da cidade de Olímpia a resposta, lançando uma excursão imersiva na quarta-feira em um dos maiores sítios arqueológicos do mundo, de acordo com informações da Associated Press.

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O programa na antiga Olímpia aproveita a tecnologia de realidade aumentada que, segundo os designers, tem o potencial de transformar a educação, os negócios e o entretenimento. Os críticos alertam que isso aumentará o poder invasivo dos gigantes da tecnologia dos Estados Unidos, em meio as discussões sobre o metaverso. O ministério da cultura grego ajudou a Microsoft a mapear e construir representações virtuais em Olímpia, um local usado por quase mil anos para hospedar os jogos olímpicos na Grécia antiga que serviu de inspiração para as Olimpíadas modernas.

“É um marco que nos ajudou a reunir tecnologia, cultura e história para que possamos preservá-la”, disse o presidente da Microsoft, Brad Smith, em uma mensagem de vídeo no evento de lançamento. Os usuários podem visitar o site remotamente ou pessoalmente com uma apresentação online e um aplicativo móvel semelhante ao aumentado no Olímpia, vendo uma recriação virtual de templos e áreas de competição enquanto caminham pelas ruínas. 

Já no Museu Olímpico de Atenas, eles podem usar os headsets de realidade mista da Microsoft, os HoloLens, que sobrepõem informações visuais sobre o que o espectador vê. Você pode se inclinar para cima e uma estátua imponente de Zeus banhada em marfim e ouro aparecerá; pode virar à esquerda e observar a oficina usada pelo famoso escultor Fídias no antigo santuário, há mais de 2.400 anos.

Alunos da sétima e oitava séries de uma escola local pinçaram, aumentaram e giraram os monumentos que haviam ganhado vida em seus smartphones, alternando entre as vistas de dentro e de fora enquanto percorriam o local onde os atletas da antiguidade competiam em corrida, lançamento de dardo, luta livre, boxe, corridas de cavalos e outros eventos. “O aplicativo é realmente impressionante. Acho que pode ajudar no ensino nas escolas”, disse uma das crianças, Panagiotis Christopoulos à Associated Press.

Como surgiu o projeto

A Microsoft iniciou o projeto 18 meses atrás, vasculhando Olímpia com drones e sensores, depois de chegar a um acordo com o governo grego para construir três centros de dados na grande Atenas em um investimento de até US$ 1 bilhão. O fone de ouvido HoloLens da Microsoft custa cerca de US$ 3.500 (cerca de R$ 19 mil) e é normalmente usado por médicos ou donos de aviões, mas a empresa, segundo especialistas ouvidos pela AP, planeja fazer óculos mais baratos, capacidade de processamento cada vez menor e conexões de internet mais rápidas, de forma a colocá-lo ao alcance do público.

As empresas de tecnologia trabalham para fornecer plataformas de realidade mista e equipamentos que combinem a internet com a experiência cotidiana, com óculos que funcionam como projetores pessoais para fornecer informações extras, como opções de rota para ciclistas, estatísticas de jogadores para fãs em instalações esportivas ou provadores virtuais em casa para os compradores. 

É parte do que está sendo chamado de “metaverso”, um mundo online futurista que visa fundir a vida real com a virtual, e é temido por alguns de seus críticos, de acordo com a Associated Press, como a ex-funcionária do Facebook, Frances Haugen, que alertou na terça-feira (9) que o mundo de realidade virtual abrangente prometido pela gigante da mídia social, será "viciante e roubará das pessoas ainda mais informações pessoais".

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