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Proibir é a solução? Redes sociais representam riscos cibernéticos às empresas

Ramon de Souza
·2 minuto de leitura

Um novo levantamento realizado pela Kaspersky alerta para mais uma preocupação para as empresas em relação a segurança de seus dados sensíveis. Conforme constatado pela companhia, a relação de marcas mais exploradas por criminosos para aplicar golpes de phishing contra o usuário final é paradoxalmente inversa à ordem de serviços cujo acesso costuma ser bloqueado dentro do ambiente corporativo.

Explicando melhor, ao analisar as redes sociais, mensageiros instantâneos e serviços online mais abusados por meliantes para campanhas maliciosas, temos, na seguinte ordem, Facebook (4,5 milhões de tentativas de ataque), WhatsApp (3,7 mi), Amazon (3,3 mi), Apple (3,1 mi) e Netflix (2,7 mi). Ao analisar os serviços bloqueados com maior frequência pelas empresas, porém, a ordem não bate: Facebook, Twitter, Pinterest, Instagram e LinkedIn.

Isso significa que, com exceção da plataforma de Mark Zuckerberg, as companhias estão proibindo o acesso a sites que não oferecem risco e deixando de implementar medidas com foco naqueles que realmente podem causar algum prejuízo — isto, é claro, caso o funcionário caia em uma armadilha usando um aparelho corporativo ou dentro da rede de internet local da empresa.

“Não podemos imaginar a nossa vida cotidiana e o nosso trabalho sem as redes sociais, aplicativos de mensagens e plataformas de troca de arquivos, pois eles já se tornaram parte de nossa rotina. Principalmente depois deste ano, quando o mundo inteiro passou meses limitado às interações online”, afirma Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky no Brasil.

<em>Imagem: Reprodução/Kaspersky</em>
Imagem: Reprodução/Kaspersky

“Contudo, é importante que as organizações entendam os riscos e como o cibercrime usa algo tão rotineiro como a forma que interagimos com as pessoas no ambiente online para poder proteger sua rede e seus funcionários”, complementa o executivo. “É crucial buscar o equilíbrio certo e a melhor forma de fazê-lo é garantindo a proteção das ferramentas online e a educação digital dos funcionários”.

A Kaspersky ressalta ainda que os serviços adjuntos do Google — YouTube, Gmail e Drive — ocupam, juntos, a sexta posição na lista de serviços mais abusados, com 1,5 milhões de tentativas de phishing. Essas plataformas, porém, são cruciais para a produtividade do colaborador e naturalmente são acessadas com mais frequência nos aparelhos corporativos, demandando atenção especial da área de segurança da informação.

Fonte: Canaltech

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