Mercado fechado
  • BOVESPA

    106.296,18
    -1.438,83 (-1,34%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.889,66
    -130,39 (-0,25%)
     
  • PETROLEO CRU

    83,98
    +1,48 (+1,79%)
     
  • OURO

    1.793,10
    +11,20 (+0,63%)
     
  • BTC-USD

    60.490,02
    -2.634,21 (-4,17%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.453,34
    -49,69 (-3,31%)
     
  • S&P500

    4.544,90
    -4,88 (-0,11%)
     
  • DOW JONES

    35.677,02
    +73,94 (+0,21%)
     
  • FTSE

    7.204,55
    +14,25 (+0,20%)
     
  • HANG SENG

    26.126,93
    +109,40 (+0,42%)
     
  • NIKKEI

    28.804,85
    +96,27 (+0,34%)
     
  • NASDAQ

    15.324,00
    -154,75 (-1,00%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5808
    -0,0002 (-0,00%)
     

Profissionais de saúde receberão dose de reforço de vacina contra a Covid, diz Queiroga

·2 minuto de leitura
*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  29-07-2021, 12h00: Os ministros Marcelo Queiroga. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 29-07-2021, 12h00: Os ministros Marcelo Queiroga. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Os profissionais de Saúde passarão a receber dose de reforço da vacina contra a Covid-19. A decisão foi tomada por gestores do Ministério da Saúde e secretários estaduais (Conass) e municipais de saúde (Conasems).

A decisão foi anunciada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em suas redes sociais. Ele disse que a dose deve ser aplicada após os seis meses da imunização completa. A vacina usada será preferencialmente da Pfizer.

“Acabamos de aprovar a dose de reforço para profissionais de saúde, preferencialmente com a Pfizer, a partir de seis meses após a imunização completa. Essa já é a maior campanha de vacinação da história do Brasil.”

A dose de reforço já havia sido aprovada para idosos a partir dos 70 anos e em imunossuprimidos. A vacinação foi liberada pelo governo federal a partir de 15 de setembro.

A justificativa na época era reforçar a imunização diante do avanço de variantes do vírus, como a delta.

Todos os imunossuprimidos que já tomaram a segunda dose da vacina há 21 dias poderão receber o reforço. No caso dos idosos, eles devem ter tomado a segunda dose há mais de seis meses.

A necessidade de doses de reforço de vacinas contra o coronavírus vem sendo discutida em âmbito mundial. Estudos mostram que a proteção das vacinas cai com o tempo.

O Ministério da Saúde realiza um estudo em parceria com a Universidade de Oxford para avaliar a necessidade de terceira dose da vacina contra a Covid-19.

O estudo, que começou em agosto, vai verificar a intercambialidade da Coronavac com outros imunizantes disponíveis para a população brasileira.

Ele deve abrir uma nova frente: o teste da meia dose de reforço. A ideia é saber se as pessoas que receberem a metade de uma dose completa na terceira aplicação ficam igualmente imunizadas.

A decisão de aplicar a terceira dose em profissionais de saúde foi tomada dois dias após o Ministério da Saúde recuar e voltar a indicar que adolescentes sem comorbidade recebam a vacina contra a Covid-19.

A pasta preparou nota técnica e informe aos gestores do SUS com orientações para recolocar o grupo de 12 a 17 anos na campanha de imunização.

A Saúde ainda recomenda só vacinar estes jovens sem comorbidades após garantir o reforço da vacinação de idosos e grupos mais vulneráveis, encurtar o intervalo entre as aplicações das vacinas, além de imunizar adolescentes com deficiência ou privados de liberdade.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos