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Professor da UFSCar foi ‘cobaia’ em teste de água, diz CEO da PWTech

Fernando Silva lembrou de um perrengue da época em que o seu produto ainda estava na fase de testes de transformar água suja em potável. Em um desses eventos, a ‘cobaia’ foi um professor da Universidade de São Carlos. Eles coletaram água de uma lagoa próxima da universidade (‘pior que o esgoto do rio Tietê’, segundo ele) e fizeram a máquina funcionar. Além de torcer, claro. ‘Eu brinco que a água não era recomendada pelo FDA [autoridade de saúde dos EUA], mas pelo professor, que bebeu e continuou vivo”, relembra.

Um pitch de mestre

Fernando Silva diz que é preciso colocar autenticidade na apresentação do negócio. “Você precisa acreditar naquilo que está vendendo”, conta o executivo.

Ele também recomenda treinar bastante o discurso que será proferido e nunca desistir da ideia. Fernando diz que é preciso entender bem a área em que vai se atuar pois boas oportunidades podem aparecer. “Nunca imaginei o tamanho do mercado de ajuda humanitária. Às vezes é mais fácil você deslocar alguém de um mercado do que fazer um novo”, revela.

Happy hour infantil e esportivo

Mesmo com uma rotina corrida, de entrar em contato com governos e entidades internacionais, Fernando Silva, da PWTech, consegue separar um tempinho para relaxar.

Na comida, ele não dispensa uma carne de panela acompanhada por Fanta (pode ser até a controversa versão Uva).

Seu lugar preferido é a arquibancada da Vila Belmiro e, como não poderia ser diferente, ele se mostra um apaixonado pelo esporte. “NFL, NBA, Futebol de 1ª e 2ª divisões. Ia fazer a minha vida pelo esporte no mundo”, fala.

35 milhões sem água potável

Nesse cenário desafiador, especialmente no Brasil, onde 35 milhões de pessoas não têm acesso à água potável, a PWTech tem uma proposta interessante. Criada com o objetivo de transformar água contaminada em água potável, a empresa tem parcerias com a Universidade Federal de São Carlos e realiza trabalhos para governos e entidades humanitárias, como a ONU.

"O PW 5660 trabalha com energia elétrica, solar, éolica, do gerador etc. Ele consegue funcionar até a partir das baterias de carro e moto. Essa capacidade de trabalhar com vários tipos de energia é muito interessante. Ele consegue distribuir até 6 mil litros de água potável por dia. Mais de 200 pessoas podem ser beneficiadas por equipamento", disse Fernando Silva.

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