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Produtos à base de leite de soro são investigados pelo Procon

Procon alega que as embalagens parecidas podem levar as pessoas ao erro (Getty Image)
Procon alega que as embalagens parecidas podem levar as pessoas ao erro (Getty Image)
  • Entidade de fiscalização investiga produtos lácteos

  • A polêmica começou quando o Procon notificou a Quatá Alimentos

  • A situação serviu como alerta para a entidade

Quando o preço do leite disparou nas prateleiras dos supermercados, as marcas de laticínio começaram a investir mais em produtos que eram semelhantes à bebida, mas que não tinham as mesmas propriedades.

Com preços até 40% mais baratos, o soro de leite se tornou uma opção para quem não tinha dinheiro suficiente para comprar o produto integral. Apesar de serem parecidos na embalagem, o item derivado não tem as mesmas vitaminas e consistência da versão integral.

No caso de itens como o requeijão, aparece na embalagem a indicação que essa é “mistura de requeijão e amido”. Já leite em pó pode ser trocado pelo com o “composto lácteo”, enquanto o creme de leite poderia ser confundido com a “mistura de leite, soro de leite, creme de leite e gordura vegetal”.

A polêmica começou quando o Procon de São Paulo notificou a Quatá Alimentos. Agora, a entidade tem aumentado a fiscalização para evitar que os consumidores sejam enganados.

O órgão fiscalizador alega que as embalagens parecidas podem levar as pessoas ao erro. Ao não colocar mudanças claras que indiquem que esses são produtos diferentes, um consumidor poderia comprar o soro achando que está adquirindo leite.

Na época da polêmica, a Quatá Alimentos informou, através de nota, que “procurando não provocar confusão no ponto de venda, lançou esse produto sob essa nova marca, porque não fabrica leite caixinha (UHT) com a marca Cristina”.

A situação serviu como alerta para a entidade. "A partir deste caso, estamos fazendo um levantamento das empresas que têm adotado essa postura para notificá-las”, afirma Guilherme Farid, diretor executivo do Procon-SP.