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Produtores de carne argentinos respondem com greve à suspensão das exportações

·1 minuto de leitura
"O preço sobe mês a mês sem justificativa. Temos que colocar ordem", afirmou o presidente Alberto Fernández

Os produtores de carne argentinos anunciaram nesta terça-feira (18) uma interrupção da comercialização de seus produtos por uma semana, em resposta à decisão do governo do presidente Alberto Fernández de suspender as exportações de carne bovina durante 30 dias para tentar frear o aumento dos preços.

A Comissão de Enlace das Entidades Agropecuárias, que reúne as associações que representam produtores e empresários do setor, rejeitou de maneira categórica a medida adotada na segunda-feira à noite (17) pelo governo.

Em um comunicado, a associação anunciou "a interrupção da comercialização de todas as categorias de gado a partir de zero hora de quinta-feira 20 de maio até as 24 horas de sexta-feira 28 de maio".

Fernández justificou nesta terça-feira a decisão. "O tema da carne saiu de controle. O preço sobe mês a mês sem justificativa. Temos que colocar ordem".

"Nós não podemos ver os preços aumentando sem nenhuma justificativa, ou seja, sobe o preço da carne e cai o consumo de carne", declarou o presidente à Rádio 10.

A Argentina é o quarto maior exportador mundial de carne bovina, atrás de Brasil, Austrália e Índia.

O governo tomou a decisão de interromper as exportações como medida para tentar conter o forte impacto da alta dos preços dos alimentos no índice de inflação da Argentina, um dos mais elevados do mundo, que acumula alta de 17,6% nos quatro primeiros meses do ano, de acordo com o instituto de estatísticas Indec.

ls-nn/mr/fp/tt

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