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Produção de trigo no RS deve avançar 37,8% neste ano para 2,89 mi t, diz Emater-RS

·2 minuto de leitura
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Por Nayara Figueiredo

SÃO PAULO (Reuters) - A produção de trigo no Rio Grande do Sul, segundo maior produtor do cereal no país, deve avançar 37,8% nesta temporada e atingir 2,89 milhões de toneladas, estimou nesta quarta-feira a Emater-RS, apesar do possível impacto de chuvas sobre a semedura no curto prazo.

A área de plantio, que está em desenvolvimento, foi projetada em 1,08 milhão de hectares, crescimento de 13,29% em relação ao ciclo anterior e uma das maiores áreas já semeadas no Estado, impulsionada por preços atrativos e melhoria no modelo de gestão dos produtores, disse o diretor técnico da Emater, Alencar Rugeri, durante evento transmitido pela internet.

"É um conjunto de fatores... viemos de uma safra de grãos de verão bem remunerada e ainda tivemos esses preços (do trigo), mas também atribuí (o avanço de área) a um sistema de produção com gestão, profissionalismo e planejamento", afirmou ele.

Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que o trigo fechou a terça-feira cotado em 1,5 mil reais por tonelada no Rio Grande do Sul, avanço de 27,2% no comparativo anual --considerando que no ano passado os preços já estavam em um patamar elevado.

Rugeri ainda disse que o plantio do cereal deve se estender até o final de julho.

Com relação ao clima, o meteorologista da Secretaria de Agricultura do Estado Flavio Varone, também presente no evento, disse que as chuvas previstas para os próximos quinze dias podem afetar as áreas que estão semeando o trigo no Rio Grande do Sul.

A expectativa de Varone é que as chuvas persistam até o fim de julho e durante agosto, mas sem maiores risco tanto no plantio quanto ao desenvolvimento do cereal.

"O próximo trimestre não terá influência de fenômenos climáticos globais, como El Niño e La Niña, o que manterá o inverno 2021 com padrões típicos da estação no Rio Grande do Sul, com condições próximas da normalidade."

Varone acrescentou que a umidade deve ser suficiente para o desenvolvimento das lavouras em julho e agosto, sem expectativa de clima mais seco ou longos veranicos.

Já em setembro, a tendência é de chuvas abaixo da média, "com atenção na metade sul do Estado", disse ele, que abrirá possibilidade até para o frio excessivo.

"Com a diminuição das chuvas, as noites ficam mais frias e pode ter uma geada para o final de setembro e trazer uma alerta para o nosso produtor... Será preciso um pouco mais de cuidado que o produtor deve ter", alertou.

(Por Nayara Figueiredo)

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