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Produção de refinarias na China fica perto de mínimas de 2 anos após interrupções

Refinaria da China National Petroleum Corporation (CNPC) perto do centro de Dalian

Por Chen Aizhu

CINGAPURA (Reuters) - O processamento de petróleo bruto em refinarias na China permaneceu perto das mínimas de dois anos em agosto devido a interrupções em várias instalações estatais e plantas independentes, as quais reduziram sua produção em meio a margens reduzidas e demanda morna.

As refinarias processaram 53,66 milhões de toneladas de petróleo bruto no mês passado, 6,5% a menos que um ano antes, segundo dados do National Bureau of Statistics (NBS) divulgados nesta sexta-feira.

Isso equivale a 12,64 milhões de barris por dia (bpd), um pouco acima de 12,53 milhões de bpd em julho, mas ainda entre os níveis de processamento mais baixos desde o início de 2020.

A produção nos primeiros oito meses foi de 434,89 milhões de toneladas, queda de 6,3% em relação ao ano anterior, e o equivalente a cerca de 13,06 milhões de bpd.

A demanda de combustível da China foi duramente atingida este ano, pois as duras medidas de controle da Covid-19 de Pequim sufocaram a mobilidade e a atividade econômica, com analistas prevendo a primeira contração anual na demanda por petróleo em duas décadas.

Afetando a produção de agosto, a unidade de petróleo de 320.000 bpd da Sinopec Shanghai Petrochemical Corp só retomou operação parcial no meio do mês, após mais de sete semanas de desligamento não planejado.

Já a planta de 200.000 bpd da PetroChina Wepec só retomou a operação no final de agosto, após uma interrupção de quase três meses.

Enquanto isso, as operações em refinarias independentes no centro de refino de Shandong, no leste da China, atingiram em média pouco menos de 65% da capacidade em agosto, abaixo dos 70% em julho, segundo a consultoria chinesa de commodities JLC.

As plantas independentes enfrentaram ventos contrários com Pequim lançando uma nova investigação fiscal que deve apertar suas margens de lucro.

(Por Chen Aizhu)