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Produção industrial cai 0,7% em agosto e fica 2,9% abaixo do patamar pré-pandemia

·2 minuto de leitura
*ARQUIVO* MANAUS, AM, 28.09.2017 - Linha de produção de bicicletas da Caloi Norte S.A, localizada na avenida Abiurana, 150, Distrito Industrial, em Manaus (AM). (Foto: Marcio Melo/Folhapress)
*ARQUIVO* MANAUS, AM, 28.09.2017 - Linha de produção de bicicletas da Caloi Norte S.A, localizada na avenida Abiurana, 150, Distrito Industrial, em Manaus (AM). (Foto: Marcio Melo/Folhapress)

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A produção industrial brasileira caiu 0,7% em agosto, na comparação com julho. Foi a terceira baixa consecutiva, mostram dados divulgados nesta terça-feira (5) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com o resultado, a indústria fica 2,9% abaixo do patamar pré-pandemia, de fevereiro do ano passado. Também está em nível 19,1% inferior ao recorde, de maio de 2011.

O resultado de agosto ficou abaixo do esperado pelo mercado. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam retração de 0,4%.

O recuo da atividade industrial teve perfil disseminado. Atingiu 15 dos 26 ramos pesquisados.

O IBGE também informou que, na comparação com agosto de 2020, a produção industrial também recuou 0,7%.

No ano, o indicador acumulou alta de 9,2% entre janeiro e agosto. Em período maior, de 12 meses, houve crescimento de 7,2%.

Mesmo com a reabertura da economia, após restrições maiores para frear o coronavírus, a produção industrial passou a emitir sinais de dificuldades no país.

Uma das ameaças que seguem no radar das fábricas é a escassez de insumos. O quadro afeta segmentos como o automotivo, que prevê melhora consistente no abastecimento de matérias-primas só em 2022.

A falta de componentes é associada ao desarranjo nas cadeias produtivas provocado pela pandemia.

Para complicar a situação, a escassez de insumos tem sido acompanhada pela disparada de preços. Em agosto, a inflação da indústria teve alta nas 24 atividades analisadas pelo IPP (Índice de Preços ao Produtor), apontou o IBGE no último dia 29.

O IPP mede a variação dos preços na "porta de entrada das fábricas", sem o efeito de impostos e fretes. Ou seja, capta os valores de mercadorias usadas nas linhas de produção. Em 12 meses até agosto, o indicador acumulou alta de 33,08%.

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