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Produção do chip A15 deve começar já em maio para funcionar no iPhone 13

Ramon de Souza
·2 minuto de leitura

A crise do novo coronavírus (SARS-CoV-2) atrapalhou bastante os planos da Apple no ano passado — a companhia, que tradicionalmente lança novas gerações do iPhone em setembro, conseguiu entregar a família iPhone 12 só em outubro. Grande parte da culpa se deve ao fato de que a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC), fornecedora dos chips empregados nos smartphones, precisou fechar suas plantas industriais para evitar a proliferação da doença, deixando de fabricar o A14 Bionic.

Porém, se as informações do jornal asiático Digitimes estiverem corretas, o mesmo não ocorrerá em 2021: a Maçã já teria se antecipado e solicitado à sua parceira que adiantasse a produção em massa do suposto A15 Bionic (que deve ser empregado no iPhone 13) já para a segunda quinzena do mês de maio. Com isso, evita-se qualquer contratempo no fornecimento desse componente tão crucial para o gadget. Infelizmente, o veículo não concedeu notícias técnicas sobre o processador.

Espera-se que o A15 Bionic seja feito também no processo de litografia de 5 nanômetros, mas de maneira aprimorada, otimizando o desempenho e o consumo energético. Já de acordo com outros rumores, o iPhone 13 deve contar com um “notch” menor em sua região superior, um display always-on ProMotion de 120 Hz (pelo menos em suas edições mais robustas). Trata-se da mesma tecnologia inaugurada no iPad Pro em 2017; com uma taxa de atualização superior, você obtém imagens mais fluidas e suaves.

Outras novidades aguardadas incluem uma nova opção de cor (preto fosco) e possivelmente um sensor biométrico escondido sob a tela. Esse último recurso seria uma resposta da Apple às reclamações dos usuários sobre a ineficácia do Face ID (sensor biométrico facial) perante a necessidade atual de se utilizar máscaras de proteção contra a COVID-19. Vale a pena observar que diversos smartphones Android já utilizam tal tecnologia.

Fonte: Canaltech

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