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Procon vai multar Extra em 10 milhões por vender bandeja de carne vazia

·2 min de leitura
  • Órgão de defesa do consumidor considera a prática discriminatória

  • Multa dependerá se prática foi adotada por toda a rede, ou foi decisão do gerente da unidade

  • Em nota, Extra afirma que já caso foi isolado e ordenou sua descontinuação

Procon-SP informou nesta terça-feira (19) que vai multar a unidade do Extra que efetuava a venda de carne após o pagamento. Segundo o diretor do órgão, Fernando Capez, a prática é discriminativa e vexatória. Multa pode chegar a R$ 10,9 milhões.

O caso, denunciado ontem a partir de uma publicação nas redes sociais, aconteceu em uma unidade no bairro Jardim Ângela, na Zona Sul de São Paulo. Segundo Fabiana Ivo, o mercado estaria vendendo as bandejas vazias, disponibilizando o produto somente após o pagamento. "Isso é uma afronta a toda a população das quebradas, duvido que o mesmo acontece no Extra do Morumbi", concluiu.

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Se for comprovado que o procedimento foi adotado somente por unidades em bairros específicos, a multa será aplicada a partir do faturamento global da rede. Caso tenha sido uma determinação local do gerente, a multa terá como base o faturamento da loja.

O portal G1 apurou que, nesta segunda-feira (18), a venda da bandeja vazia também ocorreu na unidade de Cambuci, na região central. Já nas unidades Brigadeiro Luís Antônio, na Bela Vista, e Jardim Cocaia, em Guarulhos, a prática não ocorreu.

"É inaceitável critérios de discriminação em razão do local ou por qualquer outro critério. Se em outros estabelecimentos, em outros bairros, não existe esse tipo de exigência, não se justifica que a população do Jardim Ângela seja submetida a um vexame. Porque se não existe um aviso prévio ostensivo, uma informação de que há um critério objetivo e igual para todos, de que primeiro se pague para que depois se pegue o produto, isso passa a ser uma discriminação, uma surpresa para o consumidor e um método vexatório e discriminatório para cobrança."

Em nota, o grupo Extra declarou que a prática "não faz parte de sua política de atendimento" e que "se trata de uma falha de procedimento". Por fim, ressaltou que a rede "tomou providências para que a prática fosse imediatamente descontinuada".

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