Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.191,40
    -2.239,14 (-1,97%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    54.548,76
    -15,51 (-0,03%)
     
  • PETROLEO CRU

    76,79
    -2,08 (-2,64%)
     
  • OURO

    1.942,00
    -3,30 (-0,17%)
     
  • BTC-USD

    23.095,69
    -48,15 (-0,21%)
     
  • CMC Crypto 200

    522,75
    +280,07 (+115,41%)
     
  • S&P500

    4.060,96
    -15,64 (-0,38%)
     
  • DOW JONES

    33.758,09
    -327,95 (-0,96%)
     
  • FTSE

    7.761,11
    -10,59 (-0,14%)
     
  • HANG SENG

    22.072,18
    +229,85 (+1,05%)
     
  • NIKKEI

    27.346,88
    +19,77 (+0,07%)
     
  • NASDAQ

    12.182,25
    +30,25 (+0,25%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5497
    +0,0341 (+0,62%)
     

Procon-SP notifica Americanas por efeitos do escândalo contábil de R$ 20 bi

BRASÍLIA, DF - SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Procon-SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo) notificou nesta sexta-feira (13) a Americanas a respeito das notícias veiculadas desde quarta-feira (11) envolvendo o escândalo contábil de R$ 20 bilhões no balanço da companhia.

O órgão questionou a empresa sobre os impactos da operação para os consumidores.

"Além de informar até que ponto ficam comprometidas as compras efetuadas pelos consumidores e detalhar quantas pessoas serão afetadas, deverá esclarecer se as reclamações dos últimos 90 (noventa) dias na plataforma do Procon-SP têm relação com os problemas noticiados e, em caso positivo, qual o plano de ação da empresa para solução", diz nota divulgada pelo Procon-SP.

De acordo com o órgão, no ano passado, o grupo teve quase 9.500 queixas registradas por consumidores.

A empresa tem até o próximo dia 17 para responder aos questionamentos do Procon-SP.

A reportagem buscou a Americanas para comentar a notificação, mas não teve retorno até o fechamento deste texto.

A Americanas enfrentou diversas queixas de consumidores em fevereiro de 2022, quando um ataque hacker atingiu os sites do grupo (Americanas.com, Submarino, Shoptime).

O ataque, que deixou os sites fora do ar por quatro dias seguidos, gerou prejuízos da ordem de R$ 1 bilhão.