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Procon-SP diz que medidas do BC para o Pix não evitam crimes

·1 minuto de leitura
Consumidores teriam de estar cadastrados há mais de 24 horas para solicitar aumento de limite. Foto: Getty Images.
Consumidores teriam de estar cadastrados há mais de 24 horas para solicitar aumento de limite. Foto: Getty Images.
  • Mesmo com novas regras, crimes como sequestro relâmpago e latrocínio ainda são possíveis

  • Órgão propõe limite de R$ 1 mil mensais em transferências

  • Consumidores teriam de estar cadastrados há mais de 24 horas para solicitar aumento de limite

O Banco Central (BC) divulgou uma série de novas regras para inibir crimes relacionados às transferências feitas por Pix. Entre elas, está o bloqueio de transações incomuns por até 72 horas, de acordo com o horário e o perfil do usuário. No entanto, o Procon de São Paulo alega que as medidas ainda são insuficientes para evitar crimes como sequestro relâmpago ou latrocínio.

Segundo o órgão, as novas regras do BC são benéficas quanto ao cometimento de golpes. Por outro lado, como as medidas foram consideradas insuficientes pelo Procon-SP, as duas entidades agendaram para ontem (5) uma reunião a fim de debater diretrizes adicionais.

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Aos olhos do Procon-SP, seria ideal que apenas os usuários que tenham se cadastrado e consentido com os termos de uso possam fazer transferências por Pix. Além disso, a instituição de defesa ao consumidor propõe que haja um limite de R$ 1 mil em transações por mês.

No caso de que o usuário solicite um aumento do limite, o órgão sugere um tempo de 48 horas para análise do pedido. A subida no valor máximo também só estaria autorizada a usuários cadastrados há mais de 24 horas na ferramenta.

As informações são do Exame Invest.

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