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Privatizações de Guedes arrecadam menos de um quarto do prometido

(Photo by Andressa Anholete/Getty Images)
(Photo by Andressa Anholete/Getty Images)
  • Maior parte das privatizações realizadas foi feita de forma "silenciosa" pelo governo

  • Ao todo, foram arrecadados somente R$ 227 bilhões

  • Maior privatização do governo, a TAG, subsidiária da Petrobras, começará a dar prejuízo para a estatal em 10 anos

Entrando em seu quarto ano como ministro da Economia, Paulo Guedes ainda não chegou perto de realizar uma de suas maiores promessas durante a campanha de Jair Bolsonaro para presidente: a arrecadação de R$ 1 trilhão através de privatizações.

Até agora, o governo conseguiu arrecadar somente R$ 227 bilhões, sua maioria com privatizações "silenciosas", ou seja, sem passar pelo crivo do Congresso Nacional.

Em sua maior parte, essas privatizações ocorreram na forma de venda de subsidiárias de estatais e de ações.

Houve, por exemplo, a venda de R$ 31,5 bilhões em ações da Petrobras que estavam na posse de bancos nacionais, como o Banco do Brasil, BNDESPar, e CaixaPar, que também será vendida.

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A venda da Petrobras foi a 2ª maior operação realizada pelo governo federal. A 3ª foi a venda de ações da Vale, e a 4ª foi a venda da subsidiária BR Distribuidora, que operava no setor de distribuição e comercialização de combustíveis.

Em primeiro lugar aparece a venda da TAG, subsidiária da Petrobras que realizava o transporte e armazenagem de gás natural. Só essa venda arrecadou R$ 33,5 bilhões aos cofres públicos.

Na época, a venda da TAG foi amplamente criticada por especialistas, visto que a Petrobras terá de começar a pagar para utilizar o equipamento que era seu.

Estima-se que em cerca de 10 anos, todo o lucro obtido com a venda da TAG será gasto no aluguel de gasodutos da própria TAG. Isto é, depois de 10 anos a estatal terá prejuízo por conta da venda.

Enquanto isso, as privatizações que dependem do crivo público, como a dos Correios e a da Eletrobras, seguem travadas. O Tribunal de Contas da União pediu por novos estudos que justifiquem a privatização da Eletrobras.

Já a privatização dos Correios não anda para frente por conta da falta de vontade política, apontam especialistas.