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Principais produtores de petróleo decidem leve aumento da produção a partir de agosto

·2 minuto de leitura
A reunião da OPEP+ começou às 07h00 (horário de Brasília) por videoconferência

Os principais produtores mundiais de petróleo decidiram, neste domingo (18), continuar com os pequenos aumentos de produção a partir de agosto, depois que os Emirados Árabes Unidos bloquearam outro acordo no início de julho.

A reunião da OPEP+ (os 13 países da OPEP mais outros 10 liderados pela Rússia) decidiu um aumento de 400.000 barris por dia (bpd) por mês a partir de agosto, para ajudar a recuperação econômica global após a pandemia de coronavírus, afirmou o grupo sediado em Viena em um comunicado de imprensa.

A organização "avaliará a evolução do mercado" em dezembro, afirmaram.

Desde maio, esta organização aumenta progressivamente a produção de petróleo, depois de ter paralisado durante mais de um ano por causa da queda da demanda provocada pela crise do coronavírus.

A aliança se comprometeu, em abril de 2020, a retirar voluntariamente do mercado 9,7 milhões de bpd e reintroduzi-los depois progressivamente, antes do final do mês de abril de 2022.

O acordo assinado neste domingo prolonga a data limite de abril de 2022 para o final de 2022, já que considera que o ritmo atual de recuperação da demanda ainda está afetado pela pandemia.

O objetivo deste cartel é retomar os níveis de produção de antes da pandemia, já que atualmente a OPEP+ bombeia 5,8 milhões de bpd a menos que antes do coronavírus.

As discussões deste domingo permitiram chegar a um compromisso que representou o ponto de divergência nas negociações do início de julho: a cota de produção dos Emirados Árabes Unidos será de 3,5 milhões de bpd em maio de 2020, em vez de 3,17 mbpd. As cotas de outros países como Iraque, Kuwait, Rússia e Arábia Saudita serão igualmente ajustadas.

A OPEP+ enfrenta uma equação complexa, entre a frágil recuperação da demanda, o retorno mais que provável a curto prazo das exportações iranianas e os preços elevados que provocam o descontentamento de grandes importadores, como a Índia.

Desde a primavera de 2020, os ministros dos países do cartel se reúnem frequentemente para avaliar o estado do mercado. Sua próxima reunião está prevista para 1º de setembro, segundo o comunicado da Opep+ neste domingo.

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