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“Princesinha do Pix” é acusada de aplicar golpes em comércios no Ceará

·2 min de leitura

Uma servidora pública de 25 anos foi presa na cidade de Quixeramobim, no Ceará, e acusada de aplicar golpes em comércios usando o Pix. Ela utilizava comprovantes falsos e o sistema de agendamento de pagamentos, cancelando a transferência do dinheiro assim que conseguia os produtos; pelo menos três estabelecimentos abriram representação contra ela, o que levou à emissão de um mandado de prisão contra ela.

Por causa das fraudes, Renata de Araújo Souza ficou conhecida na cidade do interior do Ceará como a “Princesinha do Pix”. Entre os comércios que alegaram a fraude estão uma farmácia e uma revenda de bolos, que sofreu o golpe por meio de um app de mensagens. A acusada enviou um comprovante falso de pagamento no valor de R$ 90, mas o montante em si jamais foi transferido, em um golpe que ocorreu em outubro de 2020.

De acordo com as autoridades, Souza foi autuada por estelionato por meio de fraude eletrônica depois de ser presa em casa, no centro da cidade de Quixeramobim na última quarta-feira (29). Ela cumpre mandado de prisão preventiva e, com a divulgação do caso, a polícia espera mais relatos de comércios que tenham sido fraudados pela “Princesinha do Pix”. Caso seja condenada, ela pode cumprir pena de até oito anos de prisão.

<em>Renata de Araújo Souza ficou conhecida como "Princesinha do Pix" e é acusada de aplicar golpes na cidade de Quixeramobim (CE) usando a ferramenta (Imagem: Reprodução/GC Mais)</em>
Renata de Araújo Souza ficou conhecida como "Princesinha do Pix" e é acusada de aplicar golpes na cidade de Quixeramobim (CE) usando a ferramenta (Imagem: Reprodução/GC Mais)

O uso de agendamentos para fraudar compras usando o Pix é uma prática comum, pois o responsável pelo envio do dinheiro tem controle sobre a transferência até que ela seja efetivamente realizada. Justamente por isso, golpes desse tipo vem sendo aplicados com frequência e pede atenção de comerciantes e vendedores, que precisam prestar atenção a comprovantes e checarem as próprias contas, finalizando as vendas apenas ao terem a certeza de que o dinheiro caiu.

Outra variação conhecida envolve o envio de transferências a chaves aleatórias, normalmente envolvendo números de celular, e contatos por mensagem alegando engano. O golpista pede que o dinheiro seja enviado de volta e, quando a vítima faz isso, cancela o agendamento, obtendo o valor sem que o envio supostamente errado seja efetivamente realizado.

Verificar e o saldo, para comprovar o recebimento de transferências via Pix, é um bom caminho para evitar cair em golpes. É importante, também, prestar atenção na identidade de quem está recebendo o dinheiro e também no valor inserido, para evitar erros ou a manipulação de códigos e chaves por golpistas, principalmente em sites fraudulentos de comércio eletrônico.

Fonte: Canaltech

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