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Conheça as apostas do primeiro fundo de investimentos para startups esportivas

·3 minuto de leitura
Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Estima-se que o mercado de startups para esportes irá quadruplicar nos próximos cinco anos, saltando de US$ 8 bilhões para mais de US$ 31 bilhões em 2024. O Brasil, enquanto isso, assume a liderança da tecnologia esportiva, sendo responsável por 60% das sports techs na América Latina. E é de olho nisso que surgiu o OutField Capital.

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O fundo de investimentos focado em startups do universo esportivo é um filhote da OutField Consulting, consultoria focada nos negócios do esporte. Assim, a ideia é que a empresa comece a entrar na base do setor, em startups de estágios iniciais, para embarcar na onda de crescimento.

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O fundo busca investir em até 7 empresas em um futuro próximo com foco específico em três áreas principais dos esportes: engajamento de fãs e torcedor, mídia e performance.

No entanto, o fundo chega ao mercado com quatro participações em startups. Primeiramente, na Semexe, plataforma de compra e venda de bicicletas; a Team One, empresa do segmento de eSports, setor importante desse mercado; Fábrica18, desenvolvedora de Fantasy Games; e o Spartacool, dispositivo de resfriamento corporal.

“Iremos investir em no mínimo 4 e no máximo 7 empresas até meados de 2021 e iremos apoiá-las em seu crescimento dentro de um ciclo que vai de 3 a 4 anos, dependendo do momento de cada empresa”, diz Pedro Oliveira, cofundador da OutField Consulting. “A longo prazo, [queremos] captações maiores e seguir replicando esse modelo de investimento, fazendo com o que esporte se consolide como uma indústria altamente inovadora e geradora de valor para consumidores, torcedores e praticantes”.

Mercado de potencial

Apesar das previsões interessantes do setor e as possibilidades de um mercado bilionário, chama a atenção o estágio embrionário das sport techs no Brasil. Onde está a inovação?

“Isso acontece por uma série de questões estruturais, como o fato da indústria esportiva ser historicamente pouco profissional e avessa a inovações”, diz ele. “É um modelo de gestão pouco refinado de confederações e clubes de futebol que, por conta do modelo associativo vigente, são incentivados a buscarem apenas o resultado competitivo. Falta a dor de dono”.

Por isso, segundo o cofundador do fundo de investimentos, quem tem dinheiro no Brasil acaba olhando para outros setores e acelerando o crescimento de fintechs, edtechs, agrotechs e por aí vai. O esporte, apesar das possibilidades, acaba ficando de lado. Mas Pedro, apesar dos riscos de desbravar um ambiente assim, se mostra feliz com o cenário.

“Enxergamos os riscos de maneira muito semelhante aos investimentos com perfil de venture capital em outros mercados”, explica. “Por isso, os empreendedores precisam ter muito foco pra ter soluções que resolvam problemas e focar na escalabilidade ágil disso junto aos stakeholders da indústria, como clubes, atletas, confederações e marcas”.

Comprovando a inovação

Uma startup que já passou pelo crivo de Pedro e da OutField Capital — e que tem mostrado resultados — é a Semexe. A startup oferece uma plataforma de compra e venda de bicicletas e, com isso, cresceu de forma acelerada durante a pandemia. Atualmente, contam com mais de R$30 milhões em produtos cadastrados na plataforma.

“É natural que as inovações comecem por mercados obviamente grandes para depois se difundirem em outros mercados, como é o caso do esporte como um todo”, diz Rafael Papa, sócio-fundador da empresa.

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