Mercado fechará em 6 h 35 min
  • BOVESPA

    112.801,67
    -1.262,69 (-1,11%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.464,27
    +125,93 (+0,25%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,99
    -0,31 (-0,42%)
     
  • OURO

    1.744,10
    -5,70 (-0,33%)
     
  • BTC-USD

    41.111,64
    -2.561,36 (-5,86%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.018,30
    -90,62 (-8,17%)
     
  • S&P500

    4.448,98
    +53,34 (+1,21%)
     
  • DOW JONES

    34.764,82
    +506,50 (+1,48%)
     
  • FTSE

    7.049,61
    -28,74 (-0,41%)
     
  • HANG SENG

    24.192,16
    -318,82 (-1,30%)
     
  • NIKKEI

    30.248,81
    +609,41 (+2,06%)
     
  • NASDAQ

    15.193,00
    -110,50 (-0,72%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2547
    +0,0297 (+0,48%)
     

Primeira trans em Olimpíadas, Laurel Hubbard é eliminada na final do levantamento de peso

·2 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Aos 43 anos, Laurel Hubbard, levantadora de peso da Nova Zelândia, já fez história nos Jogos Olímpicos. Ela foi a primeira mulher trans a competir no maior palco do esporte mundial, na categoria acima dos 87 kg.

Dez anos mais velha do que a segunda em idade na disputa, Laurel havia se classificado ao levantar 115 kg no arranque. Ela falhou ao aumentar para 120 kg na sua primeira tentativa e resolveu aumentar para 125 kg, ainda sem sucesso. Na terceira, Laurel falhou novamente em levantar 125 kg e foi eliminada.

"Não é o meu papel ou o meu objetivo mudar a mente das pessoas. Eu esperaria que elas me apoiassem, mas não sou eu que vou obrigá-las", disse ela, em entrevista à rádio New Zealand em 2017.

Hubbard se destacou na modalidade ao conquistar duas pratas no Campeonato Mundial da Federação Internacional da modalidade em 2017, a primeira atleta trans a chegar ao pódio em um mundial de esporte olímpico individual. Ela também foi responsável pelas primeiras medalhas mundiais da Nova Zelândia em levantamento de peso.

Em 2018, Laurel sofreu uma lesão séria do braço durante os Jogos da Commonwealth. Ela se recuperou a tempo de brigar por uma vaga em Tóquio-2020, mas sofreu ataques transfóbicos de atletas e torcedores durante sua trajetória.

Além de Laurel, a americana Chelsea Wolfe também é uma mulher trans classificada para as Olimpíadas. Ela faz parte do time de BMX dos Estados Unidos como reserva. Quinn, da seleção de futebol feminino do Canadá, e Alana Smith, estadunidense do skate, são pessoas trans não-binárias.

No arranque, a chinesa Wenwen Li conseguiu levantar 140 kg - 12 kg a mais do que a segunda colocada - estabelecendo o recorde olímpico na modalidade. Ela também é dona dos recordes mundiais no arranque, arremesso e marca total.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos