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Primeira missão lunar da Masten Space Systems é adiada para novembro de 2023

·2 minuto de leitura

No ano passado, a Masten Space Systems foi escolhida pela NASA para levar cargas úteis à Lua com o lander XL-1, por meio do programa Commercial Lunar Payload Services (CLPS. O lançamento iria ocorrer em dezembro de 2022, mas houve uma mudança de planos: devido aos efeitos da pandemia de COVID-19 e problemas na cadeia de suprimentos, a Masten divulgou o adiamento do lançamento para novembro de 2023.

A mudança na data foi publicada em um comunicado, em que Dave Masten, fundador e diretor de tecnologia na empresa, comentou a decisão. “Todos fomos afetados pela pandemia de alguma forma, e a indústria aeroespacial não é exceção”, afirmou ele. “Já nos consultamos com a NASA, com o fornecedor do lançamento e com os parceiros de cargas úteis, e temos total confiança no novo cronograma”, disse.

O lançamento do módulo XL-1 será a primeira missão de pouso na Lua realizada pela Masten Space Systems (Imagem: Reprodução/Masten Space Systems)
O lançamento do módulo XL-1 será a primeira missão de pouso na Lua realizada pela Masten Space Systems (Imagem: Reprodução/Masten Space Systems)

Com esta missão, a empresa irá levar o módulo de pouso XL-1 com um conjunto de cargas úteis de ciência e tecnologia. O lançamento foi fechado com a SpaceX. Na publicação, a Masten afirmou que, apesar da mudança, a equipe da empresa continua avançando no desenvolvimento do XL-1 e segue alcançando marcas importantes, que vão ajudar a garantir um pouso seguro perto da cratera Haworth, no polo sul lunar.

A NASA já está ciente do atraso, inclusive. “A Masten já notificou a NASA sobre o atraso de 12 meses na entrega em função dos impactos da pandemia, que ultrapassaram a janela de lançamento atual”, afirmou Thomas Zurbuchen, administrador associado na agência espacial norte-americana. Segundo ele, as cargas úteis estarão prontas para a missão quando a Masten puder realizar o lançamento em segurança.

Esta missão irá ajudar a NASA a estabelecer as bases para a chegada de novos astronautas à Lua, a partir de 2024. Para isso, a empresa irá levar e operar oito cargas úteis científicas em nosso satélite natural. Assim, uma vantagem da nova data é que o pouso irá ocorrer em um momento com menos sombras na região da cratera. Como o módulo XL-1 depende da energia solar para operar seus instrumentos, isso permitirá um melhor aproveitamento da luz solar que, como consequência, proporciona mais tempo para a exploração do local.

A Masten não foi a única contemplada pelo programa CLPS que precisou adiar seus planos: a Intuitive Machines confirmou no início deste ano que a missão IM-1, que seria lançada no fim de 2021, foi adiada para o início de 2022 por decisão da SpaceX, a responsável pelo lançamento. Já o lander lunar Peregrine, da Astrobotic, seria lançado em 2021, mas acabou adiado também para o ano que vem por atrasos das cargas úteis de clientes da United Launch Alliance, que irá realizar o lançamento.

Fonte: Canaltech

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