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Primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio brilha no palco, na TV e no carnaval

·2 min de leitura

RIO — Na ponta dos pés, Claudia Mota desliza por territórios diversos. Com a mesma desenvoltura, a primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio rodopia pelo clássico, o popular, o social e o empresarial. Moradora da Tijuca, a artista treina seis horas por dia para estar sempre pronta para se apresentar nos palcos cariocas e pelo mundo afora; ensaia com apenas uma folga semanal os 38 bailarinos da comissão de frente da Paraíso do Tuiuti; dedica parte da sua agenda para acompanhar as meninas e meninos do Ballet Manguinhos, projeto social do qual é madrinha; e ainda encontra tempo para estar à frente da CM Talents, agência que criou para gerir carreiras de profissionais da dança. Este ano também marcou presença como jurada técnica fixa da “Super dança dos famosos”, atração do “Domingão”, da TV Globo. Se a vida da bailarina é dura? Ela responde:

— A vida da bailarina não é dura, é terrível (risos). Mas nunca quis ter outra profissão. Desde os 4 anos, levo a dança a sério. O balé é uma grande paixão!

Os 25 anos de Claudia Mota como bailarina do Theatro Municipal do Rio jamais a afastaram de um outro caso de amor, o carnaval. A artista que passou a infância, a adolescência e o início da juventude entre os bairros de Olaria, Penha e Vila da Penha, é foliona amadora desde sempre. Como profissional, tem 16 anos na Marquês de Sapucaí. Atualmente está pela quarta vez na Paraíso do Tuiuti, agremiação de São Cristóvão, ao lado do carnavalesco Paulo Barros.

— Anteriormente, fui responsável pelas comissões de frente da Viradouro e da Unidos da Tijuca. Eu me sinto preparada para julgar, como na “Dança dos famosos”, e para ser julgada no Sambódromo. Mas não quero outra nota para a minha comissão de frente que não seja o 10. Não conto com o erro — frisa.

Se o perfeccionismo é marca registrada de Claudia, a doçura e a generosidade também são. Quando está na companhia de crianças e adolescentes do Ballet Manguinhos, a bailarina está mais preocupada com a contribuição social que a dança pode proporcionar do que com a precisão dos passos.

— Como madrinha do Ballet Manguinhos, a minha função é ajudar, seja com doações de sapatilhas, figurino, meias e collants, ou na parte cultural e educativa. Eu levo a garotada para fazer visitas guiadas pelo Theatro Municipal e assistir a espetáculos. Na pandemia, dei muitas aulas para eles virtualmente. O meu papel neste projeto também é o de combater preconceitos, como o racismo e a homofobia, estimular que sonhem e que se apropriem de todos os espaços — ressalta.

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