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Pressionado, governo formaliza intenção de compra de vacinas da Pfizer e Janssen

Julia Lindner e Paula Ferreira
·1 minuto de leitura

BRASÍLIA - Pressionado pelo aumento recorde nas mortes decorrentes da Covid-19, o governo formalizou nesta quarta-feira a intenção de compra de quase 140 milhões de doses de vacinas dos laboratórios Pfizer e Janssen. Em edição extra do Diário Oficial da União, o Ministério da Saúde permitiu a dispensa de licitação para destravar a aquisição dos imunizantes.

Nas portarias, assinadas por Roberto Ferreira Dias, diretor do Departamento de Logística em Saúde da pasta, estão previstas 100 milhões de doses da Pfizer e 38 milhões da Janssen.

O Ministério da Saúde já tinha um memorando de entendimento, passo anterior à assinatura de contrato, com as duas farmacêuticas. No caso da Pfizer, o memorando previa o fornecimento de 70 milhões de doses. Agora, a intenção de compra fixa em 100 milhões o quantitativo a ser disponibilizado pela farmacêutica.

No caso da Janssen, o memorando previa a mesma quantidade de doses da intenção de compra: 38 milhões.

A contratação desses laboratórios por parte do governo federal estava paralisada até a última terça-feira, quando a Câmara aprovou projeto de lei que que autoriza União, estados e municípios a assumirem responsabilidade por possíveis efeitos adversos de vacinas adquiridas contra a Covid-19. Essa era a cláusula mais sensível do contrato com as farmacêuticas. A exigência levou o Ministério da Saúde a emitir uma nota atacando publicamente o que chamou de cláusulas "abusivas e leoninas" da Pfizer.