Mercado fechado
  • BOVESPA

    130.055,72
    -152,24 (-0,12%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.915,36
    -114,18 (-0,22%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,25
    +1,37 (+1,93%)
     
  • OURO

    1.860,50
    -5,40 (-0,29%)
     
  • BTC-USD

    39.671,87
    -103,45 (-0,26%)
     
  • CMC Crypto 200

    988,13
    -22,47 (-2,22%)
     
  • S&P500

    4.246,59
    -8,56 (-0,20%)
     
  • DOW JONES

    34.299,33
    -94,42 (-0,27%)
     
  • FTSE

    7.172,48
    +25,80 (+0,36%)
     
  • HANG SENG

    28.638,53
    -203,60 (-0,71%)
     
  • NIKKEI

    29.441,30
    +279,50 (+0,96%)
     
  • NASDAQ

    14.027,25
    -97,50 (-0,69%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1159
    -0,0156 (-0,25%)
     

Presidentes do Senado e da Câmara discutem cronograma de reforma tributária com ministra Flávia Arruda

·2 minuto de leitura
Presidentes da Câmara, Arthur Lira (à esquerda), e do Senado, Rodrigo Pacheco

Por Maria Carolina Marcello

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), anunciou nesta quinta-feira que recebeu o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, para discutir um cronograma para a reforma tributária.

"Recebi, hoje, o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira, e a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, para discutirmos o cronograma da reforma tributária. Essa reforma é a mais complexa de todas e, para que ela seja aprovada, temos que buscar a convergência", publicou o presidente do Senado no Twitter.

A reforma tributária era objeto de uma comissão mista formada por senadores e deputados, mas a comissão não tem previsão regimental nem o poder de adiantar a tramitação da proposta. Havia sido criada apenas no intuito de facilitar a discussão política do tema, de forma a criar convergências entre as duas Casas e, dessa forma, tornar sua votação mais célere.

O presidente da Câmara, que garantiu se envolver pessoalmente na negociação do tema, defende que a reforma tributária seja votada de maneira fatiada, abordando primeiro os assuntos menos polêmicos.

Ele lembra, também, que há uma frente que reorganiza a estrutura tributária sobre o consumo, e outra dirigida à renda.

A equipe econômica também defende uma tramitação fatiada. A ideia seria começar com a votação de projeto já encaminhado pelo governo propondo a fusão de PIS e Cofins na nova Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com a possibilidade desse imposto sobre valor adicionado incorporar, à frente, tributos sobre consumo cobrados por Estados (ICMS) e municípios (ISS).

O governo também quer mexer nas regras do IPI, mantendo sua incidência concentrada em produtos específicos, como cigarros e bebidas.

Em outra frente, o ministro Paulo Guedes defende uma redução do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a taxação sobre dividendos distribuídos a pessoas físicas. Outra perna da reforma dos sonhos de Guedes envolveria a criação de um imposto sobre transações financeiras, nos moldes da antiga CPMF, mas a ideia enfrenta resistências históricas no Congresso e não tem o apoio do presidente Jair Bolsonaro.