Mercado fechado
  • BOVESPA

    125.052,78
    -1.093,88 (-0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.268,45
    +27,94 (+0,06%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,17
    +0,26 (+0,36%)
     
  • OURO

    1.802,10
    -3,30 (-0,18%)
     
  • BTC-USD

    33.892,24
    +1.441,41 (+4,44%)
     
  • CMC Crypto 200

    786,33
    -7,40 (-0,93%)
     
  • S&P500

    4.411,79
    +44,31 (+1,01%)
     
  • DOW JONES

    35.061,55
    +238,20 (+0,68%)
     
  • FTSE

    7.027,58
    +59,28 (+0,85%)
     
  • HANG SENG

    27.321,98
    -401,86 (-1,45%)
     
  • NIKKEI

    27.548,00
    +159,80 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.091,25
    +162,75 (+1,09%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1216
    +0,0014 (+0,02%)
     

Presidente do Peru rejeita incitamento às Forças Armadas para desconsiderar resultado eleitoral

·2 minuto de leitura
Presidente interino do Peru, Francisco Sagasti

Por Marco Aquino

LIMA (Reuters) - O presidente interino do Peru, Francisco Sagasti, rejeitou nesta sexta-feira um pedido de militares da reserva às Forças Armadas para desconsiderar o resultado da recente eleição, alegando supostas irregularidades, e anunciou uma investigação sobre o que poderia ser "conduta prejudicial" ao Estado de Direito.

O candidato socialista Pedro Castillo venceu o segundo turno das eleições presidenciais em 6 de junho por uma margem estreita sobre a candidata de direita Keiko Fujimori, de acordo com a contagem de votos do órgão eleitoral.

O vencedor oficial ainda não foi anunciado porque o partido de Keiko, filha mais velha do ex-presidente preso Alberto Fujimori, fez uma série de denúncias de fraude com poucas provas e tentou anular votos, atrasando a divulgação do resultado.

Sagasti, em mensagem ao país transmitida pela televisão, disse que na quinta-feira uma carta com "uma lista de nomes" de militares reformados chegou ao quartel-general das Forças Armadas, solicitando que agissem contra a Constituição, sugerindo que o governo teria violado a neutralidade das eleições presidenciais polarizadas.

"É inaceitável que um grupo de reformados das Forças Armadas pretenda incitar os comandos de Exército, Marinha e da Força Aérea para violar o Estado de direito", disse Sagasti, acompanhada de sua primeira-ministra e a ministra de Defesa no Palácio do Governo.

Castillo, de 51 anos, obteve 50,125% dos votos no segundo turno eleitoral, com uma diferença de 44.058 votos sobre Keiko Fujimori, que busca --segundo seus advogados-- anular cerca de 250 mil votos, em sua maioria nas áreas rurais pobres.

A maior parte dos pedidos de anulação foi apresentada fora do prazo estabelecido, de acordo com o júri eleitoral, mas Keiko Fujimori alega que não é verdade e entrou com recurso.

O partido de Castillo rejeita as acusações de fraude e observadores internacionais do processo em Lima afirmaram que as eleições foram transparentes.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos