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Presidente do México não descarta julgamentos contra ex-presidentes após referendo apático

·1 minuto de leitura
Presidente mexicano, Andres Manuel Lopez Obrador

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, disse nesta segunda-feira (2) que não descarta julgamentos contra ex-presidentes do país, apesar da escassa participação em um referendo para decidir se serão judicialmente processados.

"Isso não descarta a possibilidade de julgamentos. A autoridade tem, a qualquer momento, o direito de agir quando se trata de assuntos judiciais, contando com que haja provas e elementos", afirmou o presidente.

As normas da consulta, realizada no domingo, exigem que a participação seja de pelo menos 40% do padrão eleitoral para que a decisão seja vinculante.

No entanto, apenas entre 7,07% e 7,74% compareceram à votação , dos 93,6 milhões de eleitores, o equivalente a 6,74 milhões, segundo a contagem rápida do Instituto Nacional Eleitoral (INE).

"De qualquer forma, é importante", destacou López Obrador, que considerou "uma vitória" a participação alcançada.

Segundo os dados do INE, entre 89,3% e 96,2% dos eleitores votaram pelo "sim", enquanto o "não" registrou um apoio de 1,38% a 1,58%.

No México, os ex-governantes podem ser julgados como qualquer cidadão, já que perdem o foro ao deixarem o poder.

Atualmente, os ex-presidentes alvos do referendo não enfrentam investigações. São eles: Carlos Salinas (1988-1994), Ernesto Zedillo (1994-2000), Vicente Fox (2000-2006), Felipe Calderón (2006-2012) e Enrique Peña Nieto (2012-2018).

jla/lm/aa

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