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Presidente indonésio critica nacionalismo de vacinas da Covid-19

Haslinda Amin, Tassia Sipahutar e Iain Marlow
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O presidente da Indonésia, Joko Widodo, criticou os países mais ricos pelo nacionalismo em relação às vacinas contra a Covid-19, o que tem limitado a oferta e prolongado a pandemia.

“Devemos dar acesso às vacinas a todos os países”, disse o presidente indonésio em entrevista na quarta-feira. “Países pobres, países em desenvolvimento, países desenvolvidos devem receber igual tratamento. Do contrário, a pandemia não vai acabar.”

Embora quase 700 milhões de doses tenham sido administradas globalmente, a grande maioria foi aplicada em países mais ricos e nações produtoras de vacinas. A União Europeia tem buscado bloquear exportações, enquanto países como Estados Unidos e Reino Unido garantiram mais doses do que o necessário para vacinar a população total.

Enquanto isso, a iniciativa Covax, apoiada pela Organização Mundial da Saúde e que visa fornecer vacinas a países em desenvolvimento, sofre atrasos devido ao lento financiamento. Além disso, produtores de imunizantes como a Índia tentam reservar suprimentos suficientes para uso doméstico.

Na Indonésia, que administrou cerca de 13,5 milhões de doses, o nacionalismo pode desacelerar o programa de vacinação, pois o país receberá apenas 20 milhões de doses em vez dos 30 milhões previstos em março e abril.

No início do ano, o presidente indonésio estabeleceu a meta de administrar 1 milhão de doses por dia para alcançar a imunidade coletiva na população de 270 milhões. Esse número chegou a 780 mil por dia em março, mas caiu para cerca de 500 mil recentemente ou menos. A oferta de imunizantes deve diminuir nos próximos meses, mas aumentar em julho.

“No campo não há problema, o problema é a oferta”, disse. “É inútil para um país acumular vacinas, o coronavírus permanece e as infecções continuarão a se espalhar.”

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