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Presidente do Morgan Stanley: ritmo de vacinação do Brasil preocupa

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Dose da vacina Oxford-AstraZeneca contra a COVID-19 é administrada na comunidade Pupuri, no Amazonas. (Foto: AP Photo/Edmar Barros)
Dose da vacina Oxford-AstraZeneca contra a COVID-19 é administrada na comunidade Pupuri, no Amazonas. (Foto: AP Photo/Edmar Barros)

Alessandro Zema, presidente do banco Morgan Stanley no Brasil, comentou o atual momento político e econômico brasileiro durante entrevista para o jornal O Estado de S.Paulo.

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Zema destacou os perigos de se usar a Petrobras, petroleira estatal brasileira, como “instrumento político”. “Eu espero que a gente tenha aprendido a lição de que utilizar a Petrobras como instrumento de política macroeconômica é uma má ideia”, disse Zema ao Estadão.

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Falando sobre o novo presidente da petroleira, o general Joaquim Silva e Luna, que deve entrar no lugar de Roberto Castello Branco, demitido por Bolsonaro, Zema destaca: “Eu espero que a nova gestão reforce a intenção de dar continuidade a essa trajetória de desalavancagem da empresa, de continuação do programa de desinvestimentos, com foco na maior eficiência e na governança.”

O presidente do Morgan Stanley elencou ainda as preocupações de investidores estrangeiros em relação ao Brasil, e disse que, nesse momento, o ritmo lento do programa de vacinação contra a COVID-19 é um dos pontos que mais preocupa.

“Isso vai determinar o ritmo da velocidade da recuperação da economia”, disse Zema. “Sem uma campanha de vacinação efetiva, vai ser muito mais demorado para a economia voltar ao normal. O setor de serviços no Brasil foi o mais atingido na pandemia e representa cerca de 60% do PIB. Sem uma campanha eficiente, não há recuperação rápida dos setores de serviços, e isso acaba gerando impacto no emprego, na renda e no PIB.”

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