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Presidente da França pede calma diante de situação 'explosiva' em Guadalupe

·1 min de leitura
O presidente francês Emmanuel Macron visita Amiens em 22 de novembro de 2021 (AFP/Ludovic Marin)

O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu calma nesta segunda-feira (22) diante da "muito explosiva" situação na região caribenha de Guadalupe, que registra uma série de protestos violentos desencadeados pela obrigatoriedade da vacina anticovid para os profissionais de saúde.

“Não podemos usar a saúde das francesas e dos franceses para lutas políticas”, disse Macron durante uma visita a Amiens, ao norte de Paris, fazendo um apelo à manutenção da “calma” e da “ordem pública”.

Um movimento de protesto contra a vacinação obrigatória do pessoal de saúde e assistência, que se tornou uma crise social pontuada por inúmeros incidentes, está sacudindo esta ilha das Antilhas, para onde o governo enviou reforços.

“Há uma situação muito explosiva e que está ligada a um contexto muito local, a tensões que já sabemos que são históricas”, declarou o chefe de Estado, que chamou a não “ceder à mentira e à manipulação”.

Por sua vez, o primeiro-ministro francês, Jean Castex, anunciou nesta segunda a criação de uma "instância de diálogo" para "convencer e acompanhar humanamente" os profissionais afetados, após uma reunião com políticos da ilha.

Os incidentes, marcados pela construção de barricadas, incêndios e saques de mercearias ou farmácias, ocorrem apesar da implantação de um toque de recolher noturno e do envio de 2.250 agentes de segurança, entre policiais, gendarmes e membros de unidades de elite.

A noite de domingo foi mais tranquila que a anterior, pois, segundo a prefeitura, as forças de segurança impediram "a maioria das tentativas de concentração e de danos materiais" no centro das cidades e zonas rurais. Foram feitas 11 prisões.

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