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Presidente da Caixa aponta Auxílio Emergencial como maior perrengue da carreira

·2 min de leitura

As filas intensas por busca de informações e os problemas no aplicativo Caixa Tem não foram um perrengue apenas para beneficiários do Auxílio Emergencial. O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, classifica a organização desse pagamento como o maior desafio enfrentado na carreira dele: “Como a gente faz para pagar esse benefício protegendo tanto os clientes, quanto os empregados?", questionou-se na ocasião.

Guimarães, explica as dificuldades enfrentadas já no momento em que o aplicativo para pagamento do benefício foi lançado: “Logo no primeiro dia em que o Caixa Tem entrou no ar, 42 milhões de brasileiros se cadastraram (...) Em 20 dias, nós pagamos 50 milhões de brasileiros, dos quais 38 milhões não se tinha até então nenhum tipo de dado”, afirma o presidente da instituição.

O presidente da Caixa associa as filas ao processo de inclusão do grande número dos chamados invisíveis ao sistema. Do total de 68,1 milhões de beneficiários que receberam ao menos uma parcela do auxílio emergencial, 38,1 milhões não estavam na base de cadastro para benefícios sociais do governo. De acordo com ele, todos os executivos, incluindo diretores e a presidência da Caixa, foram para as agências para atender ao público e buscar uma solução para as longas filas.

Social e foco no lucro

Quem recebeu o auxílio emergencial disponibilizado pelo governo federal a famílias vulneráveis e a trabalhadores informais afetados pela pandemia da Covid-19 se viu compulsoriamente em contato com o único banco responsável pelos pagamentos: a Caixa Econômica Federal. O presidente da instituição, Pedro Guimarães, explica as dificuldades enfrentadas no atendimento à população que, em alguns momentos, enfrentou longas filas e problemas no aplicativo CAIXA Tem, e fala sobre o foco na saúde financeira do banco que teve lucros recordes no período da pandemia.

Do total de 68,1 milhões de beneficiários que receberam ao menos uma parcela do auxílio emergencial, 38,1 milhões não estavam na base de cadastro para benefícios sociais do governo. O presidente da Caixa Econômica associa as filas ao processo de inclusão do grande número dos chamados invisíveis ao sistema.

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