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Presidente da Caixa é diagnosticado com Covid-19

·3 minuto de leitura

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, está com Covid-19. O diagnóstico, divulgado neste domingo, veio cinco dias depois de isolamento recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O economista integrou a comitiva presidencial que viajou a Nova Iorque, nos Estados Unidos, na última semana para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

Durante a viagem, Guimarães posou sem máscara ao lado do presidente Jair Bolsonaro e dos ministros da Saúde, Marcelo Queiroga, e da Secretaria-Geral, Luiz Eduardo Ramos. Além do cardiologista, que cumpre quarentena em Nova Iorque, outros dois membros da comitiva também foram diagnosticados com a doença: o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e um diplomata do alto escalão que não teve a identidade revelada.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o advogado-geral da União, Bruno Bianco, também estão com Covid-19. Ambos não viajaram na comitiva presidencial.

Na última quarta, o governo anunciou que 50 pessoas que integraram a comitiva estavam isoladas depois de terem contato com Queiroga. Segundo o Palácio do Planalto, Bolsonaro não apresentava sintomas e iria permanecer no Palácio do Alvorada por cinco dias, contados desde o último contato com Queiroga, na terça.

Na manhã deste domingo, Bolsonaro e a primeira-dama, Michelle, publicaram nas redes sociais que testaram negativo para Covid-19. Além do casal, os ministros da Justiça e da Segurança Pública, Anderson Torres, do Turismo, Gilson Machado, da Secretaria-Geral, Luiz Eduardo Ramos, e do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite, também anunciaram resultado negativo para a doença. Todos viajaram a Nova Iorque.

O resultado do exame libera o presidente a cumprir agenda comemorativa em razão dos 1000 dias de mandato em meio a mais uma crise no governo. No entanto, o primeiro evento previsto seria uma cerimônia com o presidente da Caixa para lançamento do Caixa Tem no Palácio do Planalto. O governo não comentou ainda se o evento será adiado ou se ocorrerá sem a presença de Pedro Guimarães.

Na terça, está previsto o início de uma rodada de viagens pelas cinco regiões do País para celebrar os mil dias do governo. A primeira agenda será na Bahia, onde Bolsonaro vai entregar 10 quilômetros de asfalto na Bahia, além de liberar títulos do Incra e entregar equipamentos para um centro de iniciação ao esporte chamado de Estação Cidadania.

Na quarta-feira, às 8h, está prevista a participação dele em uma cerimônia de assinatura do contrato de concessão dos aeroportos do Bloco Norte, em Boa Vista. Na quinta, será a vez de Belo Horizonte, onde Bolsonaro visitará uma estação de metrô acompanhado do ministro de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

O último dia de evento será dividido em duas regiões. Visitará Anápolis, para a assinatura do contrato de concessão da BR-153, BR-080 e BR-414, e também Maringá, numa cerimônia de inauguração das obras de ampliação da área operacional do Aeroporto Regional de Maringá.

As celebrações de mil dias do governo ocorrem em meio a uma acentuada crise econômica, queda na popularidade de Bolsonaro e diante a um cenário pós-manifestações pautadas por ameaças antidemocráticas. A estratégia do governo é usar a data comemorativa para tentar alavancar a popularidade do presidente. Por isso, o Nordeste foi o primeiro estado escolhido, seguido do Norte. Nas eleições de 2018, Bolsonaro foi derrotado em todos os nove estados do Nordeste. O petista Fernando Haddad venceu oito estados e Ciro Gomes (PDT) venceu no Ceará.

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