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Presidente da Anvisa diz que não há porta fechada à vacina Sputnik V

·2 minuto de leitura

André de Souza e Julia Lindner

BRASÍLIA - No depoimento que prestou à CPI da Covid, o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barras Torres disse que não há porta fechada à vacina Sputnik V, do Instituto Gamaleya, da Rússia. A importação e uso emergencial do produto foram negados pela Anvisa no fim de abril. A Sputnik V era a aposta dos governos dos estados do Nordeste para impulsionar a vacinação.

A vacina foi barrada por falta de dados sobre sua segurança e eficácia, mas Barras Torres explicou que novas informações estão sendo analisadas.

— Novos documentos foram acostados a esse processo e encontram-se sob análise. Não há nenhuma porta fechada, absolutamente, e a nossa preocupação é de não a levarmos a um rótulo de vacina que não seja boa, que seja ruim. Não queremos isso. Nós queremos, ao contrário, ter a convicção de aprovar vacinas boas, conforme essa própria tem condição de ser — disse o presidente da Anvisa na CPI.

Ele disse esperar que, a "marca" Sputnik V não seja afetada negativamente a ponto de deixar a população receosa se a Anvisa vier a aprová-la.

— O que conclamo àqueles que nos assistem é que, tão logo essa situação seja e esperamos que seja resolvida, não se credite a essa marca, a esse nome dessa vacina nenhuma característica ruim. Porque realmente é uma preocupação, dada toda essa movimentação que ocorre, que amanhã ou depois a nossa população tenha receio em relação a essa vacina. Não é essa a nossa intenção — disse Barra Torres.

Ele afirmou esperar um "bom desfecho":

— Foram, na verdade, dados que buscamos de toda maneira: buscamos esse primeiro relatório que não veio. Ele não contém as informações completas. Tentamos usar dados a que já temos acesso por conta do estudo que está sendo analisado na União Química, tentamos ali também. E fizemos também a inspeção in loco na Rússia, em duas plantas fabris. Infelizmente, não foi possível autorizar naquele momento, mas não é uma porteira fechada, não é um processo concluso, porque novos documentos podem ser apresentados. Aliás, já foram apresentados, e outros estão chegando, e encontram-se sob análise neste momento. Esperamos que tenha um bom desfecho.