Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.880,82
    +1.174,91 (+0,97%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.219,26
    +389,95 (+0,80%)
     
  • PETROLEO CRU

    65,51
    +1,69 (+2,65%)
     
  • OURO

    1.844,00
    +20,00 (+1,10%)
     
  • BTC-USD

    50.332,63
    +703,09 (+1,42%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.398,33
    +39,77 (+2,93%)
     
  • S&P500

    4.173,85
    +61,35 (+1,49%)
     
  • DOW JONES

    34.382,13
    +360,68 (+1,06%)
     
  • FTSE

    7.043,61
    +80,28 (+1,15%)
     
  • HANG SENG

    28.027,57
    +308,90 (+1,11%)
     
  • NIKKEI

    28.084,47
    +636,46 (+2,32%)
     
  • NASDAQ

    13.398,00
    +297,75 (+2,27%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4040
    -0,0085 (-0,13%)
     

Presidente do Chile anuncia novo pacote contra o coronavírus e alerta contra populismo

·1 minuto de leitura

SANTIAGO (Reuters) - O presidente do Chile, Sebastian Piñera, anunciou 4,5 bilhões de dólares em pacotes adicionais de estímulo para ajudar a amenizar os efeitos da pandemia e alertou contra uma tendência ao populismo, enquanto a população do país se aproveita de uma nova regra que permite sacar os fundos de pensão.

Em discurso aos congressistas, Piñera disse que o investimento público em 2020-2022 chegará a 34 bilhões de dólares, dos quais 4,5 bilhões não haviam sido anunciados anteriormente.

O líder de centro-direita alertou contra soluções populistas para os problemas econômicos do Chile, que incluem enormes desigualdades e uma recessão agravada pelo impacto da Covid-19.

"O mundo inteiro está sendo ameaçado pelo populismo, que sempre oferece o caminho fácil de direitos sem deveres, de realizações sem esforço", disse ele, advertindo contra "promessas de soluções fáceis para problemas difíceis".

Mais de 3 milhões de chilenos pediram na quinta-feira a retirada de parte de seus fundos de pensão depois que entrou em vigor uma lei permitindo que os cidadãos aproveitassem as economias da aposentadoria.

O governo de Piñera se opôs à medida de emergência. Ele também alertou sobre o impacto de longo prazo na lucratividade e nos já baixos pagamentos médios de pensões.

Apesar dos apelos, as pesquisas de opinião indicam quase nove em cada dez chilenos pensam em tirar proveito das quantias do fundo. A maioria disse que usaria o dinheiro para pagar por bens e serviços básicos.

"O efeito que o coronavírus e a recessão global tiveram sobre nossa economia, e as famílias chilenas, foram devastadores", afirmou o presidente.

(Por Natalia Ramos)