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Premier da Polônia acusa gigantes da tecnologia de silenciar vozes críticas

·1 minuto de leitura
O primeiro-ministro da Polônia, Mateusz Morawiecki, durante uma mesa redonda na cúpula da UE no edifício do Conselho Europeu em Bruxelas, em 11 de dezembro de 2020

O primeiro-ministro da Polônia criticou nesta terça-feira (12) os gigantes da internet e das redes sociais por silenciar vozes dissidentes sob o pretexto de correção política, em referência às restrições aplicadas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desde o ataque ao Capitólio.

Mateusz Morawiecki, cujo governo é um aliado próximo do presidente Trump, disse que o passado comunista da Polônia é a razão pela qual "vemos todas as tentativas de restringir as liberdades com tanta ansiedade".

Em publicação no Facebook, o primeiro-ministro afirmou que as grandes empresas do mundo da internet querem "garantir o politicamente correto como quiserem e lutar contra os que se opõem".

"Censurar a liberdade de expressão, que era uma prática de regimes autoritários e totalitários, está de volta agora... Para combater aqueles que pensam diferente", declarou Morawiecki, do partido conservador Lei e Ordem (PiS).

"Decidir quais pontos de vista são corretos e quais não são não pode ser decidido por algoritmos ou pelos donos de multinacionais", disse.

Segundo ele, a Polônia apoiará uma legislação "apropriada" para defender a liberdade de expressão online na União Europeia.

A chanceler alemã, Angela Merkel, que teve suas diferenças diplomáticas com Trump, também chamou de "problemático" o cancelamento da conta do presidente cessante no Twitter.

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