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Preferido do Corinthians, Renato Gaúcho pode ter primeira experiência profissional em São Paulo

·2 minuto de leitura


Por mais que a situação do Corinthians não tenha tanto apelo para exaltações e comemorações, é inegável que a vinda de Renato Gaúcho seria um grande acontecimento no cenário nacional, especialmente no futebol paulista, onde o treinador jamais teve experiência profissional, nem como jogador. Contratação seria uma "bomba" tão grande que tornaria concreto algo antes improvável.

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Natural de Guaporé, no Rio Grande do Sul, Renato começou sua carreira no Esportivo, ainda na base e depois seguiu para o Grêmio, ambos em território gaúcho. Depois de ganhar quase tudo com o Tricolor, foi se aventurar no futebol carioca, pelo Flamengo, onde teve mais três passagens. Ainda no Rio de Janeiro, ele defendeu como atleta o Botafogo, o Fluminense e o Bangu.

Além de Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, Renato teve duas passagens em Minas Gerais, defendendo Atlético-MG e Cruzeiro. Fora do país, o ex-jogador atuou pela Roma, na Itália e obviamente com a camisa da Seleção Brasileira.

Em meio a essas idas e vindas do futebol carioca, Renato Gaúcho quase defendeu o São Paulo, em 1997. Aos 34 anos, ele chegou a ser apresentado no Morumbi pela diretoria são-paulina e chegou a posar com a camisa do clube. No entanto, ele se acertou com o Fluminense e voltou para o Rio de Janeiro.

Depois de encerrar sua carreira como jogador, Renato passou a ser treinador e novamente fundamentou sua experiência profissional no estado da Guanabara. Entre 2000 e 2009, ele trabalho no Madureira, no Fluminense (3 vezes) e Vasco (2 vezes), conquistando a Copa do Brasil pelo Tricolor carioca.

A partir de 2010, Renato passou a desbravar outros estados como treinador e foi trabalhar no Bahia. Depois, assumiu o Grêmio, onde teve mais duas passagens, intercaladas com Athletico-PR e Fluminense. A última empreitada do técnico, no Tricolor gaúcho, durou quase cinco anos e foi encerrada com oito taças levantadas e um legado esportivo para seu clube do coração.

Ao longo de todos esses anos de profissional, seja jogando ou comandando, Renato jamais trabalhou por uma equipe paulista. Depois de deixar o Grêmio, ainda este ano, chegou a conversar com a diretoria do Santos para assumir o time após a demissão de Ariel Holan. A negociação aconteceu, mas acabou não seguindo em frente, já que o técnico não tinha a intenção de voltar tão logo.

Com o Corinthians, essa aproximação pode dar certo nos próximos dias, se ambas partes chegarem a um acordo, não apenas financeiro, mas principalmente de projeto esportivo, que seja atraente o suficiente para Renato abandonar suas "praias" e desbravar pela primeira vez na carreira o futebol paulista, e logo de cara no comando do clube de maior torcida do estado.