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Prefeitura de SP aguarda posição do estado para distribuir doses que vai receber

·3 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A cidade de São Paulo vai receber novas doses de vacina da Pfizer e de Coronavac, do Instituto Butantan em parceria com a chinesa Sinovac, mas ainda não há definição sobre quais grupos prioritários irão receber quais imunizantes contra a Covid-19. A questão surgiu após a recomendação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de que mulheres grávidas não recebam a vacina da Oxford/Astrazeneca.

A informação foi dada pelo titular da SMS (Secretaria Municipal da Saúde), Edson Aparecido, na tarde desta terça (11) durante a entrega de uma miniusina de oxigênio no Pronto-Socorro da Lapa, zona oeste.

Atualmente, o município aplica as primeiras doses da vacina contra a Covid-19 somente com o imunizante Oxford/Astrazeneca e, por isso, não teve início a vacinação de grávidas com comorbidades, prevista para esta terça. As doses da Pfizer já acabaram, enquanto as de Coronavac estão disponíveis apenas para o reforço. Com isso, não há previsão de vacinar grávidas da capital paulista.

Na segunda-feira (17), devem chegar à cidade mais 135 mil doses de vacina da Pfizer, segundo Aparecido. Questionado sobre se as grávidas teriam prioridade para receber este imunizante, ele afirma que a capital ainda não tem essa definição. A cidade aguarda, também, novas doses da Coronavac, mas apenas para segundas doses.

"Temos que aguardar a Secretaria de Estado da Saúde, que ela quer fazer um planejamento sobre todas as gestantes das 645 cidades do estado. Essa decisão de qual vacina será aplicada vai ser tomada pelo Plano Estadual de Imunização", afirma Aparecido.

Procurados, a Secretaria Estadual da Saúde e o Ministério da Saúde não informaram até a publicação deste texto se há estudos para recomendar que grávidas recebam algum imunizante específico e como deve ser feito esse controle na hora da imunização.

O prefeito de São Paulo em exercício, Ricardo Nunes (MDB), estava presente na inauguração da miniusina de oxigênio e anunciou também o início da vacinação de profissionais da saúde autônomos entre 42 e 46 anos para segunda-feira (17).

Fazem parte do grupo de profissionais de saúde médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, biólogos, biomédicos, técnicos de laboratório que façam coleta de RT PCR SARS CoV2 e análise de amostra de Covid-19, farmacêuticos, técnicos de farmácia, odontólogos, auxiliares e técnicos de saúde bucal, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, profissionais da educação física e médicos veterinários.

A miniusina de oxigênio instalada no Pronto-Socorro da Lapa foi a décima de 19 equipamentos do tipo que o município pretende instalar até o fim de maio. Segundo o prefeito em exercício, o equipamento será suficiente para atender os 20 leitos da unidade e dará autonomia de oxiênio para a região, já que abastecerá também os cilindros de outras unidades.

De acordo com a SMS, seis das 10 usinas entregues já estão em funcionamento no Hospital Municipal Capela do Socorro, na UPA Jabaquara, nos hospitais dia M'Boi Mirim 2 e Flávio Gianotti, todos na zona sul, no hospital dia Tito Lopes, zona leste, e no Hospital Sorocabana, zona oeste. As outras quatro estão em processo de instalação, que leva cerca de três dias.

A pasta afirma que, até o fim de maio, os 19 equipamentos instalados terão capacidade de produzir o equivalente a 900 cilindros de oxigênio por dia. A quantidade é suficiente para abastecer 596 leitos de enfermaria e 211 de UTI.

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