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Prefeitura do Rio registra 30 infrações em 20 linhas de ônibus por circular com frota reduzida no primeio dia de aplicação de multas por GPS

·4 min de leitura

No primeiro dia de aplicação de multas eletrônicas aos consórcios de ônibus por operarem com a frota abaixo do que foi determinado pela Prefeitura do Rio foram registradas 30 infrações em 20 das 50 linhas que estão sendo monitoradas nessa primeira etapa do novo sistema, que leva em conta as informações do GPS dos coletivos. O Consórcio Transcarioca acumula o maior número de punições (11), seguido pelo Santa Cruz (10). O Internorte teve nove e Intersul foi único que não teve multas, cujo valor é de R$ é R$ 1.926,75.

De acordo com dados disponibilizados na internet pela Secretaria municipal de Transportes (SMTR) foram as seguintes as linhas do Transcarioca que circularam com a frota abaixo do determinado, no pico da manhã desta terça-feira, dia em que começou a ser aplicadas as multas: 315 (Central-Recreio), 363 (Vila Valqueire - Candelária), 390 (Curicica- Candelária), 550 (Cidade de Deus-Gávea), 565 (Tanque-Gávea), 805 (Alvorada- Jardim Oceânico) e 954 (Taquara-Recreio). No pico da tarde as que circularam com frota reduzida foram: 315 (Central-Recreio), 363 (Vila Valqueire-Candelária), 557 (Rio das Pedras-Copacabana) e 805 (Alvorada-Jardim Oceênico).

Da Santa Cruz, desrespeitaram as determinações da prefeitura no pico da manhã, as seguintes linhas: 812 (Carobinha-Bangu), 840 (São Fernando-Campo Grande), 864 (Bangu-Campo Grande), 897 (Paciência e Pingo D'Água) e 918 (Bangu-Irajá). Já no pico da tarde foram as 790 (Campo Grande-Cascadura), 840 (São Fernando - Campo Grande), 897 (Paciência - Pingo D'Água) e 918 (Bangu-Irajá).

As linhas da Internorte que circularam com frota reduzida no pico da manhã foram: 232 (Lins - Castelo), 249 (Água Santa - Carioca), 292 ( Engenho da Rainha - Catelo), 328 ( Bananal- Candelária), 606 (Engenho de Dentro- Rodoviária) e 779 (Pavuna - Madureira). À tarde as que desrespeitaram a frota determinada foram as 328 (Bananal-Candelária), 606 (Engenho de Dentro - Rodoviária) e 779 (Pavuna- Madureira).

Na manhã de terça-feira, quando se iniciou a fiscalização por GPS em em um primeiro grupo de 50 linhas, responsáveis pelo fluxo se 35% dos passageiros da cidade, uma equipe do EXTRA percorreu vários pontos da cidade e constatou que apesar de poucas filas nestes locais, havia reclamações de passageiros sobre a demora dos ônibus em passar no ponto, principalmente na Zona Oeste. Em Campo Grande, apesar da existência um número maior de coletivos, usuários formavam pequenas aglomerações para embarcar no ponto final da rodoviária do bairro.Em Bangu, a demora nos intervalos das partidas foi alvo da maior parte das queixas de quem estava a espera de uma condução para ir ao trabalho ou voltar para casa.

Só uma a cada 42 multas foram pagas este ano

Só em 2021, de janeiro até agora, a Prefeitura do Rio emitiu 2.725 multas contra os consórcios — principalmente pelos seguintes motivos: operar linha com número de veículos inferior a 80% da frota; suspender a operação de linha e não efetuar vistoria. Mas deste total de autos de infração, só 64 (2,35%) foram pagos: ou seja, de cada 42 multas, apenas uma foi quitada. A maior parte (1.132) foi alvo de recurso das empresas e ainda está sob análise. Outras 753 multas (27,63%) estão vencidas.

A cidade tem 496 linhas, mas de acordo com dados obtidos na última sexta-feira, apenas 132 estavam operando com mais de 80% da frota, percentual determinado em contrato com a prefeitura.

Embora o novo sistema de monitoramento e aplicação de multas a empresas de ônibus tenha começado nessa terça-feira no município do Rio, não é de hoje que os consórcios descumprem a frota exigida na cidade. Até mesmo o sumiço de linhas é queixa antiga de passageiros, principalmente nas zonas Norte e Oeste do Rio.

De acordo com a Secretaria Municipal de Transportes do Rio (SMTR), em 2019 — portanto antes da pandemia de Covid-19 — foram aplicadas 9.261 multas às viações. Deste total, foram quitadas 3.591( 38,78%). Em recurso, estão 2.245 (24,24%) e as vencidas somam um total de 2.558 ( 27,62%). Dados disponibilizados no site da SMTR mostram que, daquele ano para cá, foram emitidas ao todo 21.830 multas contra os consórcios. Somado, o valor das infrações anotadas nos três anos é de R$ 17.124.563. Mas só foram pagos R$ 6.312.816, o equivalente a apenas 36,8%. Uma parte das infrações está com recurso e algumas ainda não venceram.

No ano passado, o número de multas foi de 9.844 multas. Os consórcios quitaram 800 (8,13%), entraram com recurso em 2.084 (21,17%) casos e deixaram vender um total de 6 828 ( 69,36%).

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