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Prefeitura do Rio prorroga por até seis meses intervenção no BRT

·2 minuto de leitura

RIO — O prefeito Eduardo Paes prorrogou, por até 180 dias, a intervenção no sistema do BRT, iniciada em março deste ano. A determinação foi piblicada neste sábado numa edição extra do Diário Oficial. De acordo com o texto, a ação vale para os três corredores existentes: Internorte, Transcarioca e Santa Cruz. O objetivo, ainda segundo a publicação, é "restabelecer o fiel cumprimento das normas contratuaisda concessão, bem como assegurar a adequada prestação dos serviços a seus usuários". A arquiteta e analista de sistemas Cláudia Antunes Secin, ex-presidente da CET-Rio e, hoje, servidora da Secretaria Municipal de Transportes, segue à frente da intervenção.

Hoje, a sociedade BRT Rio é formada pelos consórcios Transcarioca (a partir da Barra da Tijuca e Jacarepaguá), Santa Cruz (Campo Grande, Santa Cruz e outros bairros da Zona Oeste) e Internorte (bairros da Zona Norte).

Em março, Paes havia dito que a medida serve como uma espécie de transição até que uma nova licitação seja concluída e o serviço seja assumido por uma nova empresa, que substituirá a gestora atual. A decisão de intervir no BRT foi tomada pelo prefeito depois que a empresa demitiu cem funcionários, incluindo motoristas do sistema.

Entre as mudanças estudadas, uma possível volta da circulação 24h dos ônibus, que hoje rodam de 4h à meia-noite, e implementação do BRT rosa, que seria um carro só para mulheres a fim de evitar os casos de abuso sexual. Além disso, a proposta da prefeitura é de recuperar parte da frota existente, insumos e estações desativadas.

Entre março de 2020 e fevereiro deste ano, a empresa alega que teve uma perda de receita de R$ 215 milhões por conta da pandemia. Os problemas, no entanto, são bem anteriores à Covid-19: estações depredadas, buracos nas vias, calotes nas passagens, concorrência com transporte clandestino e dívidas crescentes somaram-se à pandemia.

Há pouco menos de dois anos, o então prefeito Marcelo Crivella já havia decretado uma intervenção no sistema, mas em moldes diferentes. Em seu relatório final, o interventor Luiz Salomão escreveu sobre diagnósticos e soluções do sistema e, ao lembrar da falência de mais de dez empresas dos consórcios, destacou falhas administrativas, como multiplicação de custos sem enxugamento das estruturas das empresas. Por outro lado, Salomão não negou problemas citados por empresários, como valor considerado baixo da tarifa e perda de receita com calotes.

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