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Prefeitura do Rio estuda cobrar 'passaporte da vacina' em hotéis para evitar turismo de não imunizados

·3 min de leitura

RIO — Em meio ao estado de alerta de diversos países devido da variante da Covid-19 Ômicron, a cidade do Rio estuda ampliar o “passaporte da vacina” para a hospedagem na capital. A proposta é apoiada por membros do Comitê Científico para tentar evitar o turismo de não vacinados no fim do ano. Durante a reunião do grupo de especialistas nesta segunda-feira, a prefeitura mostrou números que demonstram que a pandemia do coronavírus está em uma situação controlada na cidade. Por isso, na avaliação do grupo, com o atual cenário epidemiológico a realização do réveillon está mantida.

— O ideal seria ter a exigência para o comprovante vacinal no desembarque do país. Mas o governo federal não implementou essa medida ainda. Então seria uma forma de tentar minimizar o risco de ter um turismo de não vacinados — conta infectologista Alberto Chebabo da Universidade Federal do Rio de Janeiro e membro do Comitê.

Na última semana a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) orientou que viajantes estejam completamente vacinados para cruzar a fronteira e entrar no Brasil. A exigência do comprovante vacinal para turistas também foi uma demanda da prefeitura do Rio. As recomendações, que valem tanto para via aérea como para terrestre, foram publicadas na quinta-feira e se baseiam nas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, e nas de outros países. A deliberação final, contudo, é da Casa Civil, que recebeu as notas técnicas em 12 de novembro. Neste caso, o papel da Anvisa é de assessoramento.

Uma nova reunião do grupo está marcada para o dia 20 de dezembro para discutir o cenário epidemiológico da pandemia mais próximo da virada do ano. A data pode ser antecipada caso a situação mude. Para discutir o assunto em meio ao surgimento da nova cepa do vírus também está programada para as próximas semanas um encontro de representantes da Secretaria municipal de Saúde (SMS) do Rio com o grupo de assessoramento técnico da SES, equivalente ao comitê científico da capital, e com o Conselho das Secretarias municipais de Saúde (Cosems). Segundo Chieppe, a reunião deve acontecer nesta sexta-feira ou no início da semana que vem.

— O Rio tem uma das maiores redes de vigilância e sequenciamento do país em relação à Covid-19. Ainda não sabemos qual será realmente o impacto da nova variante, ainda mais em uma população altamente vacinada como a nossa. Orientamos manter a vigilância e vamos aguardar as evidências científicas sobre a nova cepa — diz Chebabo.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro realizará, a partir desta segunda-feira, o sequenciamento genômico de amostras de todas as pessoas vindas de outros países que apresentarem sintomas de Covid-19. A medida visa a rastrear uma eventual chegada da variante Ômicron.

Até agora, nenhum caso suspeito da nova cepa foi identificado no Rio de Janeiro. Segundo o secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, todos os municípios do estado receberão nesta segunda-feira a orientação de monitorar viajantes que venham a procurar atendimento na rede de saúde com sintomas de Covid-19. Se algum paciente com esse perfil for identificado, ele terá sua amostra colhida e enviada para a Rede Corona-Ômica, estudo responsável pela maior parte das análises de sequenciamento genético do SARS-Cov-2 no Rio.

Chieppe informa que esse material terá prioridade na fila de análises da pesquisa, que paralelamente emite, a cada quinze dias, um relatório de sequenciamento genômico de todo o estado. Os resultados sairão em até sete dias, de acordo com o secretário.

— A nossa busca acontecerá pela rede de saúde. Qualquer pessoa com sintomas que tenha vindo de fora será testada — diz Chieppe. — O Ministério da Saúde já definiu quais voos estão impossibilitados de vir para o Brasil. No Rio, faremos o monitoramento genético.

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