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Prefeitura do Rio amplia 'passaporte da vacina' e exigirá comprovação em restaurantes, shoppings e hotéis; confira a lista completa

·5 min de leitura
Foto: Ernesto Carriço/NurPhoto via Getty Images
Foto: Ernesto Carriço/NurPhoto via Getty Images
  • Temendo avanço da Ômicron, RJ amplia exigência do comprovante vacinal

  • Medida já passa está vigente desde o começo desta quinta-feira (02)

  • Exigência da comprovação é para todos os maiores de 12 anos

Em um decreto publicado nesta quinta-feira, a prefeitura do Rio ampliou a cobrança do passaporte vacinal. A lista de estabelecimentos em que é exigida a comprovação da imunização contra a Covid-19 aumentou e, a partir de agora, será preciso apresentar o certificado para acessar shoppings, ir a áreas internas ou com cobertura de restaurantes e bares, se hospedar em hotéis e utilizar serviços de transporte individual — como táxi e aplicativos. A medida já vale a partir desta quinta-feira.

Segundo o decreto, nos casos de restaurantes, bares e lanchonetes a pessoa terá que comprovar a vacinação caso deseje ficar em ambientes internos ou que possuem qualquer cobertura. A regra para a hospedagem também vale para plataformas de locação de imóveis por temporada. A lista de novos estabelecimentos que terão de exigir a comprovação vacinal também engloba salões de beleza e estética.

A exigência da comprovação é para todos os maiores de 12 anos, idade mínima permitida na bula da Pfizer para a imunização. Para quem tem 18 anos ou mais já é obrigatório ter completado o esquema vacinal com as duas doses. 

O novo decreto também orienta como os setores devem agir para exigir a comprovação da vacina. Os hotéis e demais serviços de hospedagem só poderão efetivar as reservas ou contrato após a apresentação do comprovante de todos os hóspedes.

Nos locais em que há venda de ingresso, como eventos, estádios de futebol, cinemas e casas shows há a orientação de exigir o passaporte da vacina no momento da compra do tíquete.

A fiscalização das normas ficará a cargo do Instituto de Vigilância Sanitária (Ivisa-Rio). O decreto também suspendeu a flexibilização do uso de máscaras em academias. A medida, no entanto, nunca entrou em vigor na cidade do Rio porque uma norma estadual exige a proteção em todos estabelecimentos fechados.

Até o momento o passaporte da vacina era apenas exigido para entrar em academias, cinemas, teatros, atrações turísticas e outros locais de uso coletivo. Como o GLOBO mostrou nesta segunda-feira, a ampliação da exigência foi um pleito do Comitê Científico da prefeitura do Rio. O grupo de especialistas que assessora o município sugeriu a extensão da cobrança para hotéis e plataformas de hospedagem.

A mudança no passaporte da vacina ocorre em meio a confirmação de casos da variante ômicron no Brasil. Já foram identificados três casos em São Paulo e um outro suspeito é investigado no Rio. A paciente, uma brasileira de 29 anos, está sem sintomas de Covid-19 e permanece sob monitoramento da prefeitura. O exame de sequenciamento genômico, que vai averiguar a possível presença da nova cepa, será realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e ficará pronto até esta quinta-feira.

O prefeito Eduardo Paes afirmou, nesta quarta-feira, que é inevitável que a nova variante do coronavírus, a Ômicron, chegue à cidade do Rio. Também nesta quarta-feira, a Secretaria municipal de Saúde (SMS) comunicou a identificação do primeiro caso suspeito da cepa no município.

A declaração de Paes foi dada durante uma agenda oficial, em resposta a uma pergunta sobre a possibilidade de a nova variante desembarcar no Rio. Ele respondeu que é difícil evitar que a cepa se espalhe pelo mundo, mas reforçou que isso não deve ser motivo de pânico.

— Por tudo que eu vinha lendo, é um pouco inevitável que essa nova cepa se espalhe pelo mundo, como foi com a Delta — pontuou. — E com a Delta aconteceu algo parecido. Parecia uma grande tragédia, e ela acabou tendo um índice de letalidade (que é o que nos incomoda, sempre o que mais nos importa) menor do que se previa. Você já tem estudos da vacina de Oxford/AstraZeneca dizendo que ela combate essa nova cepa da mesma maneira que as outras variantes todas. Tudo isso tem que ser analisado, observado. Temos que tomar muito cuidado para não demandar da população o que, na prática, a população não vai fazer. Vamos ter muito cuidado, muito critério, não gerar pânico. Vamos tomar as decisões com muita serenidade e maturidade.

Paes vê Réveillon possível 'caso evidências permitam'

Foto: ANDRE BORGES/AFP via Getty Images
Foto: ANDRE BORGES/AFP via Getty Images

Na inauguração do projeto Circuito da Literatura, em Botafogo, na Zona Sul, Paes foi indagado a respeito do cancelamento da festa de réveillon em 15 capitais e o Distrito Federal. O prefeito salientou que o evento será realizado apenas caso as evidências científicas o permitam, e disse que a decisão será tomada "em sintonia" com o governador Cláudio Castro, para quem o posicionamento definitivo das autoridades a respeito do acontecimento da festa deve se basear no cenário epidemiológico do estado nos primeiros 15 dias de dezembro.

— Respeito todas as decisões (dos municípios), como quero que respeitem nossas decisões aqui. Nós vamos aguardar o comitê científico monitorar como caminha essa nova cepa, os impactos dela, e tomar as decisões de acordo com a ciência. Se a gente não puder fazer, não será feito. Mas a gente entende que há um tempo para a tomada dessa decisão e vamos seguir no nosso planejamento, na nossa organização. Aquilo que se planeja a gente pode deixar de fazer. Aquilo que não se planeja não se pode fazer de jeito nenhum. E a gente prefere estar planejado — disse o prefeito. — Estaremos em sintonia com o governo do estado, e acho que é isso, (vale) a primeira quinzena de dezembro. Muito depois disso fica muito em cima da hora para confirmar ou cancelar.

Quanto ao carnaval de 2022, Paes preferiu não traçar projeções ainda:

— Falta muito tempo. São três meses, pelo amor de Deus. Não dá para falar disso agora.

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